Baseado no livro Um palhaço na boca do vulcão (editora Grua), de Nando Bolognesi, o espetáculo “Se fosse fácil, não teria graça” será apresentado em Sumaré no próximo domingo, 03 de julho, em duas sessões, às 17h e às 20h, no anfiteatro do Centro Administrativo de Nova Veneza (Avenida Brasil, 1.111, Nova Veneza, Sumaré).
Em cartaz em São Paulo desde agosto de 2013 o espetáculo Se fosse fácil, não teria graça narra, com muito bom humor, a trajetória do autor e interprete sobre como aprendeu a conviver com as limitações impostas pela esclerose múltipla, uma doença degenerativa, progressiva, incurável e com potencial incapacitante.
Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados na entrada do teatro uma hora antes de cada espetáculo. Mais informações com Alex Conrado ou Diego Minarello pelo telefone (19) 3873-2578. O espetáculo tem patrocínio do Itaú Cultural.
Sobre espetáculo
O ator Nando Bolognesi, na vida real, é portador de esclerose múltipla, uma doença degenerativa que acomete o sistema nervoso central e provoca a perda progressiva dos movimentos. No espetáculo, o cômico profissional, formado em Economia e História, conta como descobriu, aos 21 anos, ser portador da doença e como decidiu conviver com ela.
Seu relato sobre como podemos transformar dificuldades, limites e crises em alegrias, desafios e realizações é engraçado, humano e comovente traz diversas reflexões sobre a vida, a morte, nosso lugar no universo e nossa relação com a alteridade.
Sem pieguices, Se fosse fácil não teria graça, uma tragicomédia que pode ser considerada a primeira sitdowntragedy, faz rir e chorar e convida o público a repensar o modo de estar no mundo e a enxergar a vida. A peça tem 80 minutos de duração. A censura é para 14 anos.
Sobre o ator
Nando Bolognesi nasceu em maio de 1968. Aos 21 ficou sabendo que sofria de uma doença degenerativa, progressiva, incurável e com potencial incapacitante. Formou-se em Economia na USP – Universidade de São Paulo – e História na PUC – Pontifícia Universidade Católica. Casou-se, adotou um filho e resolveu dar uma virada na própria vida ao ingressar na concorridíssima Escola de Arte Dramática EAD-ECA-USP.
Trabalhou no cinema, na televisão e no teatro com diretores consagrados como Hector Babenco, Laís Bodansky, Fernando Meirelles, Celso Frateschi, Elias Andreato, José Rubens Siqueira, Wellington Nogueira e William Pereira entre outros.
Integrou o elenco de palhaços dos Doutores da Alegria (2001/2005) e o elenco de palhaços improvisadores no espetáculo Jogando no Quintal (2002/2012). Criou e dirigiu o projeto Cidadão Clown (2002) e o grupo Fantásticos Frenéticos – palhaços em Hospitais psiquiátricos (2006-2008).
Como redator, revisor e escritor prestou serviços de assessoria de Comunicação para empresas como Bunge, Villares, Bradesco Seguros, Fertimport e CESP. Em 2012 foi aprovado no concurso para auditor fiscal tributário do município de São Paulo. Publicou o livro Um palhaço na boca do vulcão (ed. Grua), em agosto de 2014. Desde agosto de 2013 apresenta o espetáculo Se fosse fácil, não teria graça em teatros e empresas.
Sobre a esclerose múltipla
A esclerose múltipla acomete o sistema nervoso central e pode afetar o cérebro e a medula espinhal. Com o avanço da doença, os pacientes podem perder algumas capacidades físicas e cognitivas, manifestando-se de formas variadas em cada um.
Hoje o prognóstico da doença conta dos avanços da medicina, de novas abordagens terapêuticas e de tratamentos multidisciplinares que melhoram significativamente a qualidade de vida e o controle de surtos e sintomas dos pacientes.
Fonte: ABEM – Associação Brasileira de Esclerose Múltipla.
Ficha Técnica
Se fosse fácil, não teria graça
Autor – Nando Bolognesi
Direção – Nando Bolognesi
Assistente de direção – Élida Marques
Elenco – Nando Bolognesi
Produção: Joca Paciello e Élida Marques Prod. Art. Ltda
Duração: 80 m
Censura: 14 anos
Serviço
Se fosse fácil, não teria graça
Local: Anfiteatro do Centro Administrativo de Nova Veneza
End: Avenida Brasil, N° 1.111, Distrito de Nova Veneza- Sumaré
Data: 03/07/2016 ( Domingo)
Horários: 17h e 20h
Informações: Alex Conrado ou Diego Minarello – telefone (19) 3873-2578
Ingressos: Gratuito (retirada uma hora antes de cada espetáculo, na frente do teatro)