Na segunda-feira, 4 de dezembro, aconteceu em Campinas – SP, mais uma edição do Encontro de Negócios, com o tema “O Brasil que dá certo: desafios, inovação, oportunidades e negócios”.

Organizado pela Camargo Júnior, patrocinado pela Icatu Seguros e com realização do IBL – Instituto Brasileiro de Líderes, o evento reuniu quarenta participantes nas instalações da weme, parceira estratégica do encontro, que participaram de bate-papos com os seis convidados da noite: André Skaf, presidente do Fórum Novos Líderes, Guilherme Hinrichsen, vice-presidente da Icatu Seguros, Guilherme Campos, presidente da ECT, Marcos Kraide, presidente do Instituto Brasileiro de Líderes, Sinval Dorigon, presidente da fundação José Pedro de Oliveira – Mata Santa Genebra e vice-presidente da Habicamp e Wagner Foschini, sócio-diretor da weme.

Abrindo a noite, Marcos Kraide, presidente do Instituto Brasileiro de Líderes levantou falou sobre a necessidade de evolução e inovação por parte das empresas e profissionais que estão no mercado há algum tempo, salientando a importância de abrir espaço para as novas gerações, que possuem soluções criativas e conectadas com o avanço tecnológico no mundo globalizado.

Para Kraide, a experiência no mercado corporativo se torna obsoleta quando existe a necessidade de evoluir não somente em relação ao conhecimento, é necessário promover uma revolução e buscar inspiração para solidificar novas lideranças que abram caminhos com a energia do empreendedorismo, que se atualiza e inova a cada dia.

Em seguida, André Skaf, presidente do Fórum Novos Líderes, complementou o discurso de Marcos Kraide, reforçando a ideia de necessidade urgente de desenvolver novas lideranças no mercado que estejam alinhadas com as atuais demandas do mundo corporativo, cada vez mais influenciado pelos avanços globais da tecnologia, o que aumenta a demanda por inovação e atualização de missão e valores corporativos.

Com os crescentes avanços na criação de inteligências artificiais, se faz necessário abrir o debate sobre o equilíbrio entre sustentabilidade e tecnologia, aumentando a competitividade no mercado, através da reavaliação de missão e valores internos, promovendo uma transformação global e direcionada.

Após a participação de Skaf, o presidente da Empresa de Correios e Telégrafos, Guilherme Campos, abordou o atual panorama da empresa no país, destacando sua participação como a principal em atividade no mercado de encomendas e demonstrando a adaptação ocorrida no setor devido à revolução digital.

Motivada pelas transformações ocorridas nas empresas do mesmo setor do mundo, em julho de 2016, a ECT reprogramou o planejamento com foco na transformação e adaptação com foco nas plataformas online, já que a ECT – Empresa de Correios e Telégrafos, possuía uma demanda prioritariamente postal, de comercialização e entrega de mercadorias adquiridas nos e-commerces.

O aumento da estimativa de vida dos brasileiros, foi o tema da apresentação de Guilherme Hinrichsen, vice-presidente da Icatu Seguros, que demonstrou dados expressivos sobre as mudanças nas taxas de natalidade x população acima dos 50 anos, reforçando a necessidade da reforma da previdência ser realizada, uma vez que, a população está envelhecendo cada vez mais, o que causa um déficit na arrecadação, que acaba por tornar os planos de previdência privada uma alternativa de investimento para garantir conforto e estabilidade durante a fase de aposentadoria.

Sinval Dorigon, presidente da fundação José Pedro de Oliveira – Mata Santa Genebra e vice-presidente da Habicamp, reiterou a necessidade de mudanças no mercado corporativo, como o surgimento de novas profissões e extinção de outras, motivadas pela transformação global que integra tecnologia e gestão humana focada em planejamento a médio e longo prazos, priorizando projetos de responsabilidade social e sustentabilidade, já que o mercado consumidor se torna cada vez mais exigente em relação ao consumo consciente, cobrando das marcas não somente bons produtos, mas compromisso com a sociedade.

Encerrando o encontro, Wagner Foschini, sócio-diretor da weme apresentou os projetos da aceleradora de startups, e abordou a velocidade com que as mudanças acontecem e as decisões devem ser tomadas, destacando a real necessidade de adaptação e inovação pelas empresas, através da criação de ecossistemas que integram empresas e profissionais de diferentes perfis, promovendo redes colaborativas ou coworking, em que existe a união de ideias inovadoras à tradição de investidores sólidos, que desenvolvem projetos em parceria, alinhados com as atuais demandas do mundo corporativo e do mercado consumidor.

Após os debates, um coquetel foi oferecido aos presentes, promovendo um encontro de network, que possibilitou a troca de experiências e informações que enriqueceram a noite através da promoção dos processos colaborativos entre profissionais de diferentes setores e gerações, com a discussão de futuros projetos e parcerias inseridos no contexto de evolução e transformação alinhadas com os avanços tecnológicos.

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