DIRETOR JON FAVREAU LEVA O PÚBLICO

EM UMA AVENTURA SELVAGEM DE VOLTA À SELVA

 

Muitas histórias estranhas são contadas sobre essa Selva.

Mas nenhuma é tão estranha quanto a história do filhote que chamamos de Mogli…

~ Bagheera

 

“Mogli, O Menino Lobo” é uma nova aventura live-action sobre Mogli, um garoto criado por uma família de lobos. Mas Mogli descobre que não é mais bem-vindo na selva quando o temível tigre Shere Khan, que carrega as cicatrizes do Homem, promete eliminar o que ele vê como uma ameaça. Tendo que abandonar o único lar que conheceu na vida, Mogli embarca em uma jornada cativante de autodescoberta, guiado pelo seu mentor, a pantera Bagheera, e por Baloo, um urso de espírito livre. Ao longo do caminho, Mogli encontra criaturas da selva que não têm exatamente os melhores interesses no coração, incluindo Kaa, uma cobra cuja voz e olhar sedutores hipnotizam o garoto, e o articulado Rei Louie, que tenta coagir Mogli para obter o segredo da flor vermelha indescritível e mortal: o fogo.

 

Baseado nas histórias eternas de Rudyard Kipling, “Mogli, O Menino Lobo” é inspirado no filme de animação clássico da Disney, com uma abordagem toda sua. “Nós abraçamos as qualidades míticas de Kipling nos aspectos tonais mais intensos do filme”, diz o diretor Jon Favreau, “mas deixamos espaço para o que nos lembramos do filme de 1967, e buscamos manter aqueles charmosos aspectos próprios da Disney”.

 

Os cineastas empregaram tecnologia de ponta para contar a história de forma contemporânea e imersiva, misturando performances live-action com ambientes deslumbrantes de CG e personagens animais fotorrealistas extraordinários que os artistas estilizaram para elevar o nível da narrativa. “‘Mogli, O Menino Lobo’ é uma história universal sobre amadurecimento com a qual todos podem se identificar”, diz o produtor Brigham Taylor. “Walt contou a história por meio de animação tradicional por célula e agora temos a tecnologia para realmente dar vida a esses personagens do filme, torna-los fotorrealistas e colocar um garoto de verdade no ambiente, de forma crível e suave. A oportunidade de ser capaz de mostrar isso com a tecnologia de hoje foi irresistível”.

 

Segundo Favreau, a história é o mais importante. “Acredito que os filmes têm que oferecer uma experiência emocional para o público”, diz o diretor. “O espetáculo não significará nada se eles não estiverem envolvidos emocionalmente com os personagens. Todas as histórias precisam de humanidade, emoção e desenvolvimento de personagem, assim como humor – apresentados de forma que não traia os desafios do filme. Há momentos tensos no filme em que você se pergunta, ‘O que vai acontecer com esse garoto’”?

 

O novato Neel Sethi estrela como o único personagem humano no filme, Mogli. Sethi, 12 anos, foi selecionado entre milhares de jovens esperançosos que realizaram testes que fizeram parte de uma extensiva busca mundial. O elenco estelar também inclui Bill Murray (“Encontros e Desencontros”) como a voz de Baloo, Ben Kingsley (“Learning to Drive”, “A Travessia”) como Bagheera, Idris Elba (“Star Trek: Sem Fronteiras”) como Shere Khan, e Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”, “Star Wars: O Despertar da Força”) como a voz da mãe lobo Raksha. Scarlett Johansson (“Vingadores: Era de Ultron”) dá vida a Kaa, Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”) dá voz ao lobo macho alfa Akela, e Christopher Walken (“O Franco-Atirador”) empresta sua voz emblemática ao Rei Louie.

 

Favreau (“Homem de Ferro”, “Homem de Ferro 2”, “Chef”) dirige “Mogli, O Menino Lobo” a partir do roteiro de Justin Marks (“Top Gun – Ases Indomáveis 2”, “Rewind – Mudando o Futuro” da TV). Os produtores são Favreau e Taylor (“Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias”, “Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível”). Peter Tobyansen (“Alice no País das Maravilhas”), Molly Allen (“Chef”) e Karen Gilchrist (“Chef”) fazem a produção executiva. As equipes de artistas premiados escolhidas para dar vida aos animais e a selva da Índia foram lideradas pelo supervisor de efeitos visuais vencedor do Oscar® Rob Legato (“Avatar”, “A invenção de Hugo Cabret”, “Titanic”, “Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo”), pelo supervisor de efeitos especiais da Moving Picture Company Adam Valdez (“Malévola”, “Guerra Mundial Z”, “As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada”) e o supervisor de efeitos visuais da WETA Dan Lemmon (“O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel”, “O Senhor dos Anéis:  O Retorno do Rei”).

 

O supervisor de animação do filme é o vencedor do Oscar® Andy Jones (“Avatar”, “Guerra Mundial Z”, e “Eu, Robô”). Bill Pope (“Matrix,” “Homem-Aranha 2”) é o diretor de fotografia, e Christopher Glass (“Meus Dias Incríveis”) trabalha como diretor de arte. Laura Jean Shannon (“Chef”, “Homem de Ferro”, “Um Duende em Nova York”) é a figurinista, e Mark Livolsi (“Walt Nos Bastidores de Mary Poppins”, “O Diabo Veste Prada”, “Um Sonho Possível”) é o editor. Com música composta pelo vencedor do Emmy® e indicado ao Oscar, BAFTA e Annie Award John Debney (“Um Duende em Nova York”, “Homem de Ferro 2”), “Mogli O Menino Lobo” chega nos cinemas em 3D dia 15 de abril de 2016.

 

 

BEM-VINDO À SELVA

A Adorável História do Filhote Humano Mogli Vai Tocar a Nova Geração

 

“Esse é o jeito do Mogli. Esse é o jeito do Baloo. Esse é o nosso jeito. É assim que nós fazemos as coisas”.

~ Baloo

Os personagens e histórias de “Mogli, O Menino Lobo” alcançaram pessoas de todas as partes do mundo. Nascido em Mumbai, o escritor inglês Rudyard Kipling canalizou o seu amor pela Índia em “O Livro da Selva” de 1894, seguido por “O Segundo Livro da Selva” em 1895. Apesar de serem considerados livros para crianças, as histórias – com suas paisagens exuberantes e animais falantes – despertaram o interesse tanto em jovens como adultos – muitas vezes apresentando a Índia aos leitores pela primeira vez. Kipling, que escreveu as histórias enquanto começava uma família em Vermont, publicou livros adicionais e coleções de contos, e acabou se tornando o escritor mais bem pago do mundo aos 32 anos de idade. Ele recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1907.

 

“As histórias de Kipling seguem a visão da narrativa mítica de ‘O Herói de Mil Faces’ de Joseph Campbell”, diz o diretor Jon Favreau. “Você tem o surgimento do herói – o amadurecimento de um garoto na selva neste ambiente com todos esses personagens arquetípicos. Como cineasta considero isso solo muito fértil”.

 

As histórias de Kipling foram adaptadas diversas vezes nas 12 décadas que seguiram a sua publicação. Dirigido por Wolfgang Reitherman, o filme de animação do Walt Disney Animation Studios “Mogli, O Menino Lobo”, foi revisto quando Walt Disney sentiu que os primeiros rascunhos, que retinham o tom mais sombrio das histórias de Kipling, estavam sérios demais. Lançado em 18 de outubro de 1967, um ano após a morte de Disney, o filme se tornou um adorado clássico. Com canções emblemáticas como “The Bare Necessities” de Terry Gilkysons e “I Wanna Be Like You” dos irmãos Sherman, a trilha sonora do filme ainda inspira as pessoas instantaneamente a cantarolar e marcar o ritmo com o pé. “Mogli, O Menino Lobo”, da Disney, foi lançado nos cinemas mais duas vezes, assim como em lançamentos de vídeo, DVD e Blu-ray™, ganhando fãs de diversas gerações e enraizando Mogli e seus amigos e inimigos animais no coração das pessoas pelo mundo todo.

 

“O vínculo entre Mogli e Baloo deixou uma impressão muito forte em mim quando era criança”, diz Favreau. “Fazia com que eu me lembrasse de minha própria relação com meu avô, que foi parte muito importante de minha vida. Eu gosto muito que Mogli é indisciplinado, sempre se metendo em encrencas. Ele não é o padrão de criança bem-comportada, mas sim um tipo um pouco precoce de ‘Dennis o Pimentinha’. Ele não se intimida com esses grandes animais selvagens, de fato, ele fica completamente à vontade no meio deles. É uma criança durona, mas também bastante vulnerável emocionalmente, especialmente com Baloo”.

 

“Havia algo divertido em relação à versão animada do clássico da Disney ‘Mogli, O Menino Lobo’”, continua Favreau. “Eu adorava a música e me lembro de ter sonhos vívidos sobre os personagens. As cenas que deixaram uma grande impressão visual em mim – que levo para essa versão do filme – são imagens de Mogli descendo o rio na barriga do Baloo, a cobra Kaa com seus olhos hipnóticos, e a majestade daqueles elefantes marchando”.

 

Assim como Favreau, a porta de acesso aos personagens e a história para o produtor Brigham Taylor foi sua exposição na infância ao clássico de animação. “Muito antes de eu conhecer os trabalhos originais de Kipling, eu assisti a versão animada da Disney. Como a maioria das crianças, fiquei profundamente impressionado com os personagens incríveis, a realização dos desejos de uma criança que vivia na selva no meio dos animais. Agora, ‘Mogli, O Menino Lobo’ é uma história universal e elementar, e chegou a sua hora em termos da tecnologia que podemos usar para, pela primeira vez, contar a história da forma que Kipling de fato a imaginou: um garoto de verdade em uma selva de verdade que mora com animais de verdade que simplesmente podem falar com ele”.

 

Os cineastas não se propuseram a criar um remake literal passo-a-passo do filme de animação, nem um retorno completo a versão de Kipling. Encontrar o tom preciso para essa nova versão da história foi uma prioridade fundamental. A adaptação de Favreau para “Mogli, O Menino Lobo” busca sua inspiração no adorado clássico de animação da Disney, enquanto ainda mantém a seriedade e mitologia inerentes às histórias originais de Rudyard Kipling. “Somos leais aos personagens do filme de animação”, diz Taylor.  “E de outras formas, assumimos parte do realismo e tom das histórias de Kipling. Tendemos a nos inclinar em direção aos personagens que nos são familiares como os vivenciamos no filme de animação, mas fazemos uma mistura para trabalhar com essa versão da história”.

 

Favreau diz, “Seguidamente retornávamos à ideia básica de que Mogli é um garoto criado na selva que é forçado a ir embora devido à presença desse inimigo grande e mau – o tigre Shere Khan. Temos o Mogli, que leva uma vida despreocupada, mas que não se encaixa muito na selva por que ele é humano. Apesar de ele ter sido criado por lobos e ter vivido na selva, ele não tem os atributos físicos necessários para sobreviver nesse ambiente. A selva – linda, com alguns habitantes amigáveis – é um lugar muito perigoso”.

 

“Pegamos de Kipling a ideia de que é um ambiente onde há riscos reais”, continua o diretor.   “Não é seguro para uma criança. Pegamos a estrutura básica da história do filme de animação, mas fizemos isso de uma forma que há mais riscos. Nós jogamos com um tom que tem muito mais riscos envolvidos e onde a sobrevivência não necessariamente é algo dado como certo”.

 

“É uma história de amadurecimento sobre um garoto que está descobrindo o seu lugar no mundo”, acrescenta Taylor. “A aventura é real, os riscos são altos, mas ao mesmo tempo, o filme é acolhedor e humano. É difícil de encontrar essa combinação, mas Jon coloca tudo isso na mesa”.

 

Segundo Favreau, é esse equilíbrio que atrai os espectadores de todas as idades. “Como pai, fico muito grato quando há um filme apropriado para minhas crianças, mas que não as subestima. As crianças conseguem acompanhar narrativas sofisticadas. O sonho de Walt era sempre fazer as famílias ficarem juntas – mas não necessariamente da forma mais óbvia e previsível”.

 

“Em nossa versão, se você é um fã da Disney, você perceberá a atenção aos detalhes que honra o legado dos filmes”, segue o diretor. “Se você for uma criança assistindo ‘Mogli, O Menino Lobo’ pela primeira vez, talvez você se esqueça de comer a sua pipoca, por que será uma aventura realmente divertida”.

 

 

QUEM ESTÁ NA SELVA

Cineastas Recriam Personagens Tradicionais com um Toque Inesperado

 

Pobrezinho desse filhote. O que você está fazendo no meio da Selva?

~ Kaa

 

Dada a lista de personagens memoráveis que ganharam o coração de muitos há quase cinco décadas, os cineastas queriam manter a mágica dos rostos familiares, ao mesmo tempo em que acrescentavam um toque que promete fazer novos fãs. Eles chamaram um novato carismático para interpretar Mogli, e utilizaram tecnologia de ponta e um elenco de estrelas para dar vida aos animais que contracenam com ele.

 

Segundo o produtor Brigham Taylor, o elenco de voz – que é tipo um quem é quem em Hollywood – foi um elenco dos sonhos. “Fico feliz em poder dizer que o nosso elenco conta com todas as primeiras escolhas que [o diretor] Jon [Favreau] tinha em mente, o que diz algo sobre o pedigree do projeto e o status do Jon como diretor entre a comunidade de atores”.

 

“Assim como um chef precisa usar os ingredientes adequados para preparar a refeição perfeita, um cineasta precisa do elenco certo”, diz Favreau. “Assim como em todos os meus filmes, tudo sempre começa com o elenco. Tenho que ter um grande elenco e a combinação certa de atores, senão, não posso realizar meu trabalho de forma adequada – especialmente quando você está fazendo uma nova versão de um filme que já é tão amado”.

 

Os personagens ganharam vida por meio de uma combinação de interpretação de voz e performances realizadas via animação em CG. Às vezes é difícil separar os dois. Taylor diz, “As representações de alguns dos personagens evoluíram uma vez que o elenco de voz foi formado, às vezes sutilmente, às vezes um pouco mais substancialmente. Em todos os casos, queríamos que os animais se parecessem com suas contrapartidas na natureza. Queremos que um urso se pareça com um urso de verdade e uma pantera realmente pareça uma pantera de verdade, mas houve certos ajustes sutis, quase imperceptíveis para incorporar as expressões para se adequar as performances de voz. Os artistas de animação fizeram ajustes muito inteligentes que são sutis o suficiente para que você ainda acredite no animal”.

 

 

OS PERSONAGENS

Mogli é um garoto que foi abandonado na selva quando ainda era um bebê. Uma pantera negra chamada Bagheera descobre o bebê solitário e o leva a uma matilha de lobos, que adota o garoto como um deles. Conhecido na selva como filhote-humano, Mogli cresce entre os animais – alguns amigos, outros inimigos – jamais duvidando que ele pertença àquele lugar.

 

“Mogli é um personagem que quer se encaixar”, diz Favreau. “Ele se sente alienado. É um forasteiro. Uma criança vulnerável, como o patinho feio em uma matilha de lobos. Cada ano que passa os filhotes de lobos crescem e amadurecem mais rapidamente do que ele e em dado momento eles passam a integrar o conselho dos lobos. Ele fica para trás como aquela criança na escola que fica pra trás todos os anos. Apesar de ele ser uma criança impetuosa, indisciplinado e ter muita confiança, sua vida não é fácil”.

 

Mogli se encontra perdido e confuso quando lhe é pedido que abandone o único lar que já conheceu. Mas ele não está completamente sozinho. De fato, ele é guiado por duas figuras paternas que contribuem com visões opostas. “Mogli é um personagem bastante amoroso e acolhedor”, diz Taylor. “Ele aceita Baloo e Bagheera como eles são, mas em última análise, ele tem que sintetizar o que aprendeu de ambos. Baloo é o personagem que dá a Mogli a liberdade de ser quem ele é e de expressar os talentos que tem. Bagheera compreende a importância da comunidade, estrutura social, disciplina e trabalho em conjunto. No final da história, Mogli é capaz de pegar um pouco de cada e faz com que as coisas funcionem para ele de uma forma que nenhum dos dois poderia ver desde o início”.

 

Os cineastas escolheram para o elenco o novato Neel Sethi como Mogli. Como o único personagem humano a aparecer na tela, Sethi foi chamado não somente para retratar o adorável Mogli – mas para invocar uma incrível habilidade de imaginação para visualizar os outros elementos em cada cena. “Encontrar o garoto certo para interpretar Mogli foi imperativo”, diz Favreau. “Fizemos uma busca mundial exaustiva com 2.000 crianças antes que encontrássemos Neel. Ele foi uma das últimas pessoas que observei, e na hora senti que ele tinha as mesmas qualidades físicas e emocionais que Mogli tinha na versão animada de 1967. Seu olhar era incomum no tanto que evocou aquilo que queríamos. Ele inerentemente tinha um bom senso de humor e diversão”.

 

Segundo a diretora de elenco Sarah Finn, Sethi ganhou o papel com sua personalidade. “Neel incorpora o coração, humor e ousadia do personagem”, diz Finn. “Ele é carinhoso e acessível, e também tem uma inteligência muito além da sua idade e impressionou a todos com sua habilidade de segurar a onda em qualquer situação. Seu carisma natural e seus instintos saltaram aos nossos olhos”.

 

Taylor acrescenta, “Foi um momento de êxtase durante o processo de seleção que eu nunca havia vivenciado antes. Neel é uma das pessoas que aprende mais rápido que eu já vi e Jon [Favreau] talvez seja o melhor professor de interpretação que exista”.

 

As habilidades de treinamento do diretor vieram a calhar já que Sethi nunca havia atuado profissionalmente. “Tudo nesse filme está direcionado para a interpretação desse garoto”, diz Favreau. “Já trabalhei com crianças suficientes para estar confiante no meu próprio gosto e minha habilidade de obter a interpretação que quero. Ele foi simplesmente tão verdadeiro. Parecia certo. Sabíamos que tínhamos encontrado nosso Mogli”.

 

O guarda-roupa de Sethi, apesar de limitado, foi muito bem pensado. “Nossa tarefa era criar uma tanga que fosse realista e aceitável”, diz a figurinista Laura Jean Shannon. “Queríamos algo orgânico que não desviaria a atenção do público da história e das performances. Realmente queríamos que Mogli evocasse a sensação da animação de nossa infância, então fizemos a tanga vermelha”.

 

Shannon até mesmo desenvolveu uma história para a vestimenta, imaginando que quando bebê, Mogli teria sido vestido em um dhote indiano tradicional que ao longo do tempo teria desbotado e desfiado.

 

 

Bagheera é uma pantera lustrosa e estonteante que resgatou Mogli quando ele foi abandonado na selva ainda um bebê. O esforço criou um vínculo entre o grande felino e o filhote humano – de fato, Bagheera tem uma queda pelo garoto. Como mentor do Mogli, Bagheera o guia para seguir fielmente as leis da selva. E quando chega a hora de Mogli deixar o seu lar na selva, Bagheera sente que é sua responsabilidade ajudar o filhote humano a partir com dignidade.

 

O vencedor do Oscar® Bem Kingsley dá sua nobre voz a Bagheera. “Ele simplesmente trouxe essa elegância e refinamento ao personagem, mas com grande firmeza”, diz Favreau. “Ele é um cara interessante com uma amplitude maluca”.

 

Kingsley diz, “Bagheera é o pai adotivo de Mogli. Sua função na vida de Mogli é educar, proteger e guiar”.

 

“Como ator”, continua Kingsley, “Tenho que achar o meu gancho para o personagem. Decidi que o papel se prestava ao ritmo da escrita caso meu Bagheera fosse do exército – provavelmente é um coronel. Ele é instantaneamente reconhecido pela forma que fala, como age e pelo seu código de ética”.

 

O ator considerou o aspecto físico do personagem ao gravar. “Quando Bagheera olha para trás, para a história de Mogli quando era seu tutor, eu gostava de estar sentado no estúdio de gravação – reclinado, bastante relaxado. Estou contando uma história. mas quando o personagem o está guiando pela selva, protegendo Mogli ativamente, utilizo uma abordagem muito mais física com o microfone. É uma arte bastante disciplinada.”

 

Kingsley cresceu com a fonte do material. “As histórias de Rudyard Kipling das aventuras de Mogli com esses personagens linda e extraordinariamente bem definidos apresentou a muitos no mundo todo o subcontinente da Índia e sua cultura”, diz ele.

 

O ator também era fã do filme de animação baseado nas histórias de Kipling. “Adorei a versão da Disney de 1967”, diz ele. “Adorei os personagens, a música”.

 

Na sua essência, diz Kingsley, “Mogli, O Menino Lobo” é sobre a busca pela família. “Existem muitas histórias maravilhosas que se baseiam na luta de um órfão para encontrar uma família – para criar uma família ao seu redor, que é parte muito pungente da versão de Favreau do filme. Terá seus momentos lindos, emocionantes, empolgantes e alegres de celebração. Mas também muito justamente terá seus momentos sombrios, por que estamos lidando com uma criança bastante isolada que triunfa sobre enormes adversidades”.

 

 

Raksha, uma adorável mãe lobo ferozmente protetora, preocupa-se profundamente com todos os seus filhotes – incluindo o filhote-humano Mogli, que ela adota como se fosse um dos seus quando ele é abandonado na selva ainda um bebê.

 

“Nós nos baseamos um pouco mais no Kipling quando se tratava de Raksha”, diz Favreau. “Os lobos têm significado muito maior em suas histórias, o que era importante para mim”.

 

A vencedora do Oscar® Lupita Nyong’o foi chamada para ajudar a dar vida à Raksha.  “Simplesmente amo minha personagem”, diz Nyong’o. “Ela é a protetora, a mãe eterna. A palavra Raksha na verdade significa proteção em hindi. Eu me senti realmente conectada a isso, querendo proteger um filho que não é originalmente dela, mas que ela assumiu como sendo dela”.

 

“Gostei muito de me preparar para isso e aprender sobre lobos e como eles são sociais, como eles se mantém juntos”, continua Nyong’o. “Existe tamanha ordem – uma hierarquia – em uma matilha de lobos. Mogli tenta se encaixar com os outros filhotes de lobos. Ele tem seus desafios, mas no que diz respeito à Raksha ele faz parte da matilha”.

 

Taylor dá crédito à atriz por canalizar sua loba interior. “Lupita simplesmente acertou na mosca a emoção dessa personagem, que não foi de fato desenvolvida na versão animada”, ele diz. “Ela intuitivamente capturou aquele vínculo entre uma mãe adotiva e seu filho”.

 

Favreau acrescenta, “Ela é elegante e refinada, mas é mais do que isso. Ela tem uma acessibilidade em relação a si mesma que era o que realmente queríamos para Raksha. O sentimento dela é de mãe, mas ela claramente vem de um lugar diferente de onde Mogli vem”.

 

Nyong’o diz que já conhecia a história quando os cineastas a abordaram. “Cresci assistindo a versão da Disney e amava muito”, diz ela. “Quando garotinha, meu personagem favorito era Baloo. A mágica da história de Mogli é que todas as crianças podem se identificar com aquele sentimento de que você é o único da sua espécie. Realmente me identifiquei com essa ideia. E estar em uma aventura sem nenhum adulto é a fantasia suprema da infância. Adorei que esse garoto pode se realizar através dessa incrível aventura. É uma história maravilhosa de amadurecimento”.

 

 

Akela é o lobo macho alfa endurecido e forte que carrega nos ombros a responsabilidade sobre a matilha. Ele mantem a ordem, faz valer a lei da selva e é um chefe confiante. Ele tem sentimentos contraditórios em relação à Mogli. Apesar de ele ter acolhido o filhote humano na matilha, Akela abriga um medo de que Mogli possa crescer como os humanos cruéis que ele conheceu no passado e possa comprometer a segurança do resto de sua família.

 

“Akela é o patriarca feroz da matilha de lobos”, diz Giancarlo Esposito, que dá voz ao personagem. “Ele acredita que a força da matilha está no que cada um dos lobos tem a oferecer. Ele sabe que se eles se mantiverem unidos, podem sobreviver. É um grande líder, um sábio professor. Aspiro ser como ele”.

 

Segundo Taylor, Esposito já alcançou esse objetivo. “Giancarlo é um estimado ator que absolutamente incorpora a natureza de seu personagem”, diz ele.

 

Esposito é fã de longa data de “Mogli, O Menino Lobo”. “Assisti a versão animada clássica quando era criança quando estreou nos cinemas em 1967”, diz ele. “Gostei tanto que fui inspirado a ler a versão de Rudyard Kipling. Descobri que Kipling escreveu histórias incríveis que se passavam em uma terra exótica”.

 

 

O tigre de bengala Shere Khan carrega as cicatrizes do Homem, o que abastece o seu ódio intenso contra os humanos. Poderoso e ameaçador, o destemido tigre não faz nenhum segredo sobre como se sente em relação ao filhote-humano Mogli e sua presença na selva. A missão de Shere Kahn, acima de tudo, é ter certeza de que Mogli – e o fogo de que ele sabe que o Homem dispõe – não sejam uma ameaça no futuro. No fundo, Shere Khan busca vingança sobre o Homem, e é Mogli que vai pagar o preço.

 

O ator vencedor do Globo de Ouro® Idris Elba foi escolhido para dar vida ao tigre. “Jon [Favreau] e eu esculpimos como deveria ser o som”, diz Elba. “Foi um conjunto delicado de negociações até encontrarmos a voz certa”.

 

“Idris exerce uma presença tremenda no ambiente, o que fica evidente em sua voz”, diz Favreau. “Ele tem tamanha seriedade e traz sua presença inabalável, um timbre profundo que ecoa de forma monumental. Ele entende esse tigre imponente e marcado com cicatrizes da forma que o personagem exige”.

 

“Shere Khan reina com o medo”, diz Elba. “Ele aterroriza todos que encontra por que ele vem de um lugar onde há medo”.

 

Elba ficou chocado quando viu o personagem se concretizar. “Quando Jon [Favreau] me mostrou as expressões de Shere Khan e como ele se move, tive de perguntar, ‘Isso é um tigre de verdade’? A tecnologia é incrível”.

 

 

Kaa põe os olhos em Mogli quando ela o descobre sozinho na selva. A enorme cobra constritora usa sua voz sedutora e olhar hipnótico para colocar o filhote-humano em transe, e Mogli se vê incapaz de resistir ao seu abraço cativante.

 

Favreau diz, “Mogli está explorando diferentes regiões da selva – partes mais nebulosas, sombrias, misteriosas da selva. É lá que Kaa vive. É lá que ela entra em contato com ele – até que Baloo o resgate e o traga de volta a sua caverna”.

 

O diretor diz que uma de suas memórias mais proeminentes do filme de animação de 1967 era a cobra. “Sempre me lembrei dos olhos hipnóticos de Kaa com os cataventos giratórios”, diz ele.

 

Apesar de Favreau querer manter o espírito do personagem, ele decidiu mudar o seu gênero. “Todos os papeis era masculinos na versão de 1967, então pensei que havia uma oportunidade com Kaa de misturar as coisas um pouquinho”, diz Favreau, que chamou a indicada ao Globo de Ouro® Scarlett Johansson para ajudar a dar vida à cobra sedutora.

 

“Mogli, O Menino Lobo” marca a terceira colaboração de Johansson com Favreau. Ela deu origem ao papel da Viúva Negra em “Homem de Ferro 2”, e coestrelou no hit independente de Favreau “Chef”. “Lembro-me de assistir ao filme ‘Ela’, e o impacto que Scarlett causou somente usando a sua voz”, diz o diretor. “Ela tem tamanha presença em sua voz”.

 

Johansson diz, “Desde que era muito jovem, sempre adorei trabalhar com a voz. Atores têm ferramentas diferentes – nossos corpos físicos, nossas vozes. Quando você remove um deles você fica muito alerta a todos os tipos de tendências. É um processo interessante e às vezes você tem a sorte de ter esses ornamentos que enfeitam a sua atuação. É uma forma empolgante de trabalhar e ir mais fundo”.

 

“Para mim”, continua Johansson, “a oportunidade de interpretar Kaa da forma que Jon [Favreau] a imaginou foi muito empolgante. A cobra do filme de animação é um menino. É uma versão mais amigável e atrapalhada do personagem. Nesse filme, Kaa seduz e induz Mogli com suas histórias – sua voz. Ela é o espelho para o passado de Mogli. Foi emocionante reinventar esse personagem nessa interpretação da história”.

 

O personagem foi projetado para ser intimidador, mas crível. “Vi um pouco da Kaa bem cedo no processo de produção”, diz Johansson. “Para mim foi importante ver como ela se parecia em proporção ao Mogli para ajudar a informar a presença e intensidade de minha voz. Eu tinha uma ferramenta – minha voz – portanto teria sido muito difícil sem algum tipo de referência pré-visual”.

 

“Kaa é magnífica”, continua Johansson. “A forma com que ela se movimenta é muito sedutora, quase um flerte. O público verá essa criatura pelos olhos inocentes desse garotinho Mogli – eles se tornarão parte de seu mundo”.

 

Johansson tem memórias vívidas da versão de 1967 de “Mogli, O Menino Lobo”. “Lembro bem daquela trilha sonora – era tão popular quando eu era criança. ‘Bare Necessities’ tocava repetidamente para todas as crianças da minha idade. E a ideia desse garoto da selva ser criado por animais era simplesmente fantástica”.

 

“Acho que crianças pequenas podem se identificar com o tema de encontrar sua família – de descobrir o que significa ser uma família”, continua a atriz. “A definição de família é tão pessoal e famílias vêm em todos os formatos e tamanhos. Mas no final das contas, a família é feita de pessoas ao seu redor que o amam incondicionalmente”.

 

 

Baloo é um urso de espírito livre que conhece Mogli depois que o filhote-humano havia sido banido da selva. Seu estilo de vida boêmio se reflete no filhote-humano, impulsionando a sua introspecção. “Baloo é um urso enorme, exuberante”, diz Favreau. “Ele é aquele professor que você tem no ensino médio que o incentiva a ler os livros que talvez você não tivesse permissão para ler, e abre os seus olhos para como realmente é o mundo. Ele é um pensador subversivo. Não é um cara que se encaixa exatamente na sociedade da selva. Ele joga de acordo com suas próprias regras e incentiva Mogli a fazer o mesmo”.

 

Segundo o diretor, Baloo é mais complexo do que aparenta ser. “O segredo com Baloo é capturar aquela natureza avuncular que ele tinha no filme de 1967. Ele era preguiçoso, gostava de comer. Mas ele não era um urso grande e fofo. Ele rosnava e rugia. Sabia como lutar e sabia como se proteger. E ainda assim ele se conecta com esse garoto – ele passa a se importar com ele. Bill Murray foi capaz de preservar aquelas qualidades enquanto trazia sua voz emblemática para o papel”.

 

Favreau queria o ator indicado ao Oscar® para fazer a voz de Baloo desde o início do projeto. “Ele é perfeito”, diz o diretor. “Bill simplesmente exala todo o charme e humor que você precisa e espera de Baloo. Ele tem certa aridez e uma qualidade rebelde”.

 

“Sempre quis trabalhar com Bill Murray”, continua Favreau. “Sou um grande fã. Mas ele não é o cara mais fácil de entrar em contato. Fazer com que Bill Murray concorde em fazer o seu filme é como pegar um unicórnio. Você tem que persegui-lo”.

 

Felizmente para Favreau, o diretor pegou o seu unicórnio. “Acontece que Bill ama o personagem”, diz ele. “Uma vez que ele embarcou no projeto, ficou incrivelmente entusiasmado. Seu padrão é extremamente alto”.

 

“Simplesmente não tinha como dizer não para interpretar Baloo”, diz Murray. “Jon [Favreau] é um excelente contador de histórias e eu sou muito fã das histórias originais. Kipling escreveu muitas coisas incríveis. Li aquele livro quando tinha uns 22 anos de idade e sempre achei que fosse uma literatura extraordinária”.

 

 

Rei Louie comanda o Povo dos Macacos, uma colônia de macacos astutos e selvagens. Sua estatura e destreza o tornam uma força formidável, mas ele tem um grande desejo: quer desesperadamente saber o segredo da mortífera “flor vermelha” do Homem – o fogo. O enorme macaco está convencido de que Mogli, que afinal é um filhote humano, possui a informação que ele busca, e Rei Louie astutamente emprega sua fala mansa em uma tentativa de coagir Mogli a lhe dar as informações.

 

“Qualquer um que controle a flor vermelha pode controlar a selva”, diz Favreau. “É uma força mágica destrutiva”.

 

Se Mogli não puder dar ao Rei Louie o que ele deseja, diz o diretor, o macaco provavelmente revelará sua verdadeira face.

 

O ator vencedor do Oscar® Christopher Walken empresta sua voz emblemática ao Rei Louie. “Foi divertido ter Chris Walken interpretando esse papel”, diz Favreau. “Ele é charmoso e cativante, mas há uma imprevisibilidade nele”.

 

Os cineastas repensaram o visual – e a espécie – do Rei Louie. “Não há orangotangos nesta parte da selva, então tivemos que dar um salto do filme de animação”, diz Favreau. “Segundo a lenda indiana, um Gigantopithecus é como uma versão da selva do abominável homem das neves – um personagem elusivo. Nós exageramos a sua altura e tamanho ainda mais – ele é um personagem fantasia, então forçamos a barra”.

 

Imagens de referência foram especialmente úteis nos esforços tecnológicos por trás do visual na tela do Rei Louie. “Descobrimos que com um personagem como Rei Louie, que é um primata, poderíamos obter muitas informações a partir de um conjunto de expressões humanas”, diz Favreau. “Não há nada que um humano faça com o rosto que possa ser traduzido na anatomia de uma cobra ou de um urso – mas o Rei Louie se beneficiou”.

 

Segundo Dan Lemmon da WETA, o Rei Louie – que tem três metros e meio de altura – foi inspirado em parte no ator que dá voz a ele. “Utilizamos alguns detalhes faciais do Christopher Walken”, diz Lemmon. “Estudamos sua atuação enquanto gravava, assim como outros filmes como ‘Pulp Fiction: Tempo de Violência’ e ‘Amor à Queima-Roupa’”.

 

“Ele tem certas peculiaridades”, continua Lemmon. “Ele lambe os lábios às vezes quando está falando e tem algo específico em relação ao seu lábio inferior. O Rei Louie é com certeza um personagem divertido”.

 

Walken tem história com a voz original do Rei Louie: Louis Prima. “Quando era garoto – menor de idade – costumava ir ao Copacabana”, diz o ator.  “Um dos shows recorrentes no Copacabana era Louis Prima e Keely Smith. ‘I Wanna Be Like You’ tornou-se sua assinatura”.

 

 

CONSTRUINDO A SELVA

Artistas Utilizam as Tecnologias de Filmagem Mais Recentes

 

Os elefantes criaram essa Selva… Eles fizeram tudo que a ela pertence. As montanhas, as árvores, os pássaros nas árvores. Mas eles não fizeram você. É por isso que você deve ir.

~ Bagheera

 

 

“Quando penso sobre o legado da Disney, penso no sonho original de Walt”, diz o diretor Jon Favreau. “O trabalho de Walt Disney influenciou o meu trabalho. Ele era considerado high tech para a sua época. Ele foi a primeira pessoa que conectou trilha sonora à imagem, de forma que os personagens estivessem perfeitamente coreografados com a música – algo que deixou as pessoas completamente impressionadas. Disney estava na vanguarda da tecnologia”.

 

Para honrar a dedicação de Disney à tecnologia, os cineastas exploraram a melhor forma de fazer as plateias imergirem no mundo que imaginaram na sua versão da história. Favreau diz, “Nós nos perguntamos, ‘Como podemos criar um mundo? Como podemos usar essa tecnologia, essas ferramentas para contar histórias no seu potencial máximo’? Idealmente, nós queríamos que o público esquecesse que é tecnologia – que fosse simplesmente transportado”.

 

O produtor Brigham Taylor concorda. “Do ponto de vista visual, o público será imerso em um mundo de selva exuberante com todos os seus perigos e riscos de uma forma que jamais foi vista antes. Tentar descobrir onde os elementos reais da câmera se unem aos elementos digitais pode ser divertido para alguns espectadores, mas acredito que mais cedo ou mais tarde todos vão simplesmente esquecer isso por que o conteúdo emocional do filme é realmente envolvente. Jon [Favreau] criou uma história bem madura com emoção e coração”.

 

O filme conta com um elenco de personagens cativantes – todos exceto um são criações de CG – no meio de um cenário deslumbrante que mescla sets mínimos de live-action com ambientes criados digitalmente. Os cineastas reuniram uma equipe de peritos com filmes como “As Aventuras de Pi”, “Gravidade”, “Avatar” e “Guardiões da Galáxia” na sua bagagem, que realizaram extensivas pesquisas para alcançar a autenticidade concebida por Favreau, enquanto intensificavam a realidade para dar ao público uma aventura de verdade.

 

A chave para alcançar o equilíbrio certo foi começar a história. Uma vez que a história foi definida, os artistas foram chamados para conceitualizar o filme passo a passo sempre buscando o visual fotorrealista que Favreau desejou. Embarcando no projeto antes, os artistas foram capazes de projetar um fluxo de trabalho, um sistema e pipeline de efeitos visuais que pudesse capitalizar sobre a mais recente iteração da mágica do filme, que permitiria ao seu diretor a liberdade de ultrapassar os limites do que é possível no cinema. Favreau diz, “Pegamos o que há de melhor no processo de animação fotorrealista, as melhores técnicas de captura de imagem e o melhor da filmagem live-action e combinamos essas três coisas de uma forma que ninguém fez antes. Descobrimos que podíamos usar tecnologia de ponta para criar algo que parece ser completamente realista e orgânico para o público”.

 

“Se você quer credibilidade, a física deve ser real”, continua o diretor. “Mogli e os designs foram executados de forma real, mas tomamos uma tremenda liberdade quando fizemos a selva. Semelhante à Disneylândia, percebemos que podíamos fazer os animais um pouco maiores que o normal para ajudar a acentuar o quanto esse garotinho se sente vulnerável na selva. Cada espacinho da tela está cheio de detalhes incríveis. Temos essa linda, exuberante copa das árvores e temos a direção de arte e direção de fotografia que sugere o antigo trabalho de câmera multiplano dos filmes de animação”.

 

Os cineastas utilizaram uma câmera virtual – uma câmera que podia ir a qualquer lugar, mas que não foi. “Fixamos nossos movimentos de câmera na realidade”, diz o supervisor de efeitos visuais Robert Legato. “A câmera foi tão somente onde a grua para live-action, a Steadicam ou a câmera portátil podiam ir. Não fizemos imagens aéreas malucas que são absolutamente impossíveis na vida real”.

 

O processo exigiu uma colaboração extensiva entre as equipes lideradas por Legato e o supervisor de animação Andrew R. Jones, que trabalhou com o diretor de arte Christopher Glass; a equipe de captura de movimento da Digital Domain; o supervisor de efeitos visuais Adam Valdez e a meticulosa realização dos muitos animais da selva feita pela Moving Picture Company; e o supervisor de efeitos especiais da WETA Dan Lemmon, que principalmente supervisionou a realização dos primatas.

 

“É um filme fotorrealista baseado no mundo real”, diz Legato. “Existe algo muito interessante em relação a isso. O maior desafio é que todos nós – incluindo o público – somos peritos em relação à aparência dos animais de verdade. Em nosso filme, eles estão no mesmo quadro com um garoto de verdade. Tivemos que resistir ao impulso de sermos muito cinematográficos. Tivemos que dar uma segurada e manter a realidade como prioridade”.

 

Os cineastas empregaram CGI de ponta para criar as performances dos animais. “Animais digitais são um campo fascinante”, diz Favreau. “Filmes como ‘As Aventuras de Pi’ e ‘Planeta dos Macacos: O Confronto’ começaram a mostrar formas biológicas e pelos de animais que não tem como distinguir da realidade. Para ‘Homem de Ferro’, tivemos que simular superfícies de metal de forma convincente. Mas elementos orgânicos – pele e pelos – são muito mais difíceis de se fazer. Não teríamos conseguido fazer isso alguns anos atrás – não da forma que estamos fazendo agora”.

 

Sua pesquisa foi extensiva. Os artistas viram vídeos e imagens, leram livros, visitaram zoológicos, consultaram peritos em animais e encenaram os movimentos dos animais eles mesmos. “Filmagem de animais no ambiente selvagem, com a luz solar adequada, é a base e fundação para a realidade”, diz Jones. “Referências reais fotográficas de animais são nosso suporte principal e ponto de partida. Então modificamos levemente algumas das representações dos animais com base no desempenho de voz dos atores, mas nunca ao ponto de passar do limite e deixa-los com aparência de desenho animado”.

 

Uma das técnicas utilizadas em seus esforços de pré-visualização foi a captura de movimento. A tecnologia não foi usada para capturar performances humanas que serão vistas na telona, mas como uma ferramenta de bloqueio. “Mo-cap é importante por que fornece um visual de live-action para que os artistas possam pré-visualizar o filme virtualmente”, diz Taylor. “Durante a fase de pré-produção, colocamos atores de mo-cap junto com Neel Sethi no cenário e Jon [Favreau] foi capaz de dirigi-los. O resultado é um bom arquivo de pré-visualização que pudemos editar juntos e entender a relação espacial e as performances antes mesmo de começarmos a filmar em live-action”.

 

Mais de 70 espécies de animais foram criadas do zero com CG para o filme, incluindo os personagens emblemáticos que estão no centro das atenções – Baloo, Bagheera, Kaa, Shere Khan e a família lobo de Mogli – mais centenas de primatas, incluindo o Rei Louie e o Povo dos Macacos – o exército de macacos que habita a selva Seeonee. Novos programas foram construídos para simular músculos, pele e pelos, enquanto os artistas se esmeravam para incluir até mesmo os comportamentos mais sutis de animais reais para assegurar a credibilidade. “Cada animal tem uma linguagem emocional única”, diz Favreau. “Um tigre expressa a raiva de forma muito diferente do que um lobo ou um urso faria”.

 

Segundo Valdez, a fantasia oferecida pela história baseou os esforços. Os artistas reconheceram a oportunidade de dar ao público a satisfação do desejo de viver com os animais. “O mundo e os personagens precisaram passar no teste de credibilidade sem pestanejar”, diz Valdez. “Tivemos que criar uma experiência que fosse charmosa como o filme de animação clássico, mas intenso quando a história assim o exigisse”.

 

“Nossa selva foi o palco para mitologia primitiva”, continua Valdez. “Não é um conto de fadas.  Mas assistir as cenas finais é mágico de certa forma”.

 

 

MUNDO REAL

Em vez de adequar ambientes de CG a uma selva de verdade, os cineastas decidiram construir praticamente uma selva digital inteira. “Descobrimos que podíamos exagerar e realçar certos elementos como escala”, diz Favreau. “Podemos pegar folhagem das selvas da Índia e reforçar certas cores. Mas tudo está enraizado na realidade”.

 

Os artistas do estúdio da MPC em Bangalore, na Índia, pegaram 100 mil fotografias de locais reais, criando uma biblioteca gigantesca de recursos de matérias com os quais fizeram a correspondência nos detalhes mais sutis. O resultado é musgo, cascas de árvores, rochas e água com visual autêntico. Valdez diz, “O público vai sentir como se pudesse esticar o braço e tocar nesse ambiente. Cada cena é feita artesanalmente planta por planta, detalhada a milhares de folhas partidas espalhadas, e trepadeiras que crescem nas paisagens. Há corredeiras de rios, deslizamentos de terra e ventos soprando nos gramados. Contribuindo em 80 por cento do quadro 100 por cento do tempo, a própria selva foi a maior criação do filme”.

 

Segundo Glass, há diversos ambientes diferentes que foram criados para o filme. A história leva o público em uma aventura – que começa na toca dos lobos, onde Mogli cresceu, viaja com o filhote-humano até a selva exuberante e sombria onde vive Kaa, e o mundo colorido de Baloo que nos traz mais a memória do filme de animação. O templo do Rei Louie – inspirado em um templo indiano de verdade – representa o primeiro encontro de Mogli com estruturas feitas pelo homem. “É um momento bastante significativo no filme”, diz Glass. “Pela primeira vez ele vê imagens de humanos entalhadas nas rochas – há diversos níveis de metáforas”.

 

Os cenários foram deliberadamente diversificados, diz Glass, para ilustrar a grande jornada de Mogli. Os cineastas se inspiraram em ambientes indianos reais – mas seguir os passos de Mogli não seria fácil. “Talvez ele viaje 15 milhas no total”, diz Glass. “Mas as áreas que inspiraram os nossos projetos podem estar há 700 milhas de distância. Isso engloba todas as nuances da Índia”.

 

Legato diz, “O público vai sentir a grandiosidade da selva indiana. Eles vão vivenciar essa terra exótica. Isso é parte da diversão de ir ao cinema – ver um lugar que você nunca viu antes. Viver esse lugar. Caminhar por ele”.

 

 

MOGLI EM AÇÃO

O trabalho extensivo de pré-visualização foi essencial, particularmente considerando que o personagem humano do filme, Mogli, toca e interage com o ambiente onde ele está. Os projetistas construíram sets reais – criando somente o que era necessário para uma tomada em particular – que depois foi misturado ao ambiente de CG. “Isso nunca foi feito tão extensivamente”, diz Favreau, “em cada cena – em cada tomada. Podíamos olhar o monitor e ver o set virtual que já tínhamos construído e como ele se encaixava perfeitamente àquele ambiente. Podíamos movimentar a câmera e olhar à distância – podíamos ver cada montanha e árvore que deveria estar lá”.

 

Glass ficou encarregado de criar sets reais que se misturariam de forma imperceptível aos sets digitais. “O maior desafio era decifrar quais partes do set nós teríamos que construir”, diz Glass. “Foi aí que a versão mo-cap do filme realmente serviu o seu propósito. Podíamos ver onde seriam os passos do Mogli, o que ele tocaria. Tudo isso ditou o que construímos para a tomada real”.

 

Para criar a emblemática cena flutuando rio abaixo, os cineastas construíram dois tanques com jatos e bombas. “O tanque maior tinha jatos gigantes que criavam uma corrente”, diz Glass.

 

Cada set teve de ser construído levando-se em conta os personagens digitais que seriam adicionados à cena. “Tínhamos de saber onde os personagens animados estavam, por que se puséssemos uma planta bem no lugar onde Baloo estava caminhando teríamos um problema – não capturaríamos sua interação com isso. Por outro lado, tentamos colocar o máximo que pudemos ao redor do Mogli para que ele tivesse bastante interação com o ambiente”.

 

Cada escolha foi feita com o público em mente, diz Favreau. “O público deve ser levado em uma aventura. Eles querem adrenalina, aventura, empolgação, risadas. E querem emoção. Tentei fazer um filme que eu quisesse assistir”.

 

 

TALENTOS DA VELHA GUARDA RESOLVEM DESAFIOS DE ALTA TECNOLOGIA

Cineastas Chamam Profissionais de Fantoches para Abastecer a Performance Live-Action

 

Por que a Selva não é mais segura para você. Você está sendo caçado por um tigre.

Apenas o Homem pode proteger você agora.

~ Bagheera

 

A personalidade e habilidades naturais do novato Neel Sethi o ajudaram a ganhar o papel de Mogli, frente a uma lista de atores classe-A. Mas como único ator de live-action no filme, Sethi enfrentou um desafio singular: ele não seria capaz de interpretar a partir das performances de seus coadjuvantes, que estavam sendo criados digitalmente. “Sabíamos que precisávamos de profundidade emocional realista na atuação de Neel”, diz o produtor Brigham Taylor. “Não tem como obter esse tipo de atuação contracenando com algo inanimado, então [o diretor] Jon [Favreau] teve a ideia de sempre ter alguns artistas, que jamais serão vistos no filme final, no palco com Neel. Era o Jon mesmo ou um de cinco dos profissionais de fantoches. Neel estava sempre reagindo e interagindo com alguém ao vivo para que soubesse onde focar sua atenção”.

 

Os cineastas empregaram profissionais de fantoches da Creature Shop de Jim Henson para manter as cenas vivas para Sethi. No set, contra um mar de tela azul, os profissionais de fantoches sincronizavam suas ações às gravações de vozes que haviam sido gravadas pelo elenco de vozes.

 

Robert Legato, supervisor de efeitos especiais diz, “Claro, você poderia por uma bola de tênis em um pauzinho, mas não é a mesma coisa. Existe uma reação química agradável quando você vê alguém sorrir ou mudar sua expressão quando você diz algo. Uma bola de tênis não pode desencadear reações como um profissional de fantoches que está acostumado a lidar com crianças e provocar emoções”.

 

Legato acrescenta, “Às vezes o profissional de fantoches tinha pequenos olhos em suas mãos e às vezes um fantoche enorme em tamanho real. Nós mudávamos a cada tomada para manter as coisas vivas para esse jovem garoto que não era um ator experiente. Isso o ajudou a obter um desempenho realmente grandioso”.

 

“Aqueles momentos mágicos aconteciam diariamente”, acrescenta Taylor.

 

O profissional de fantoches veterano da Henson, Artie Esposito representou Baloo durante a filmagem live-action. Mas o seu trabalho, e o trabalho de seus colegas, não será visto pelo público. Esposito diz, “Demos ao Neel [Sethi] um parceiro para atuar no set, e fornecemos campo de visão que ajudou os departamentos de animação e efeitos visuais a estimarem o espaço físico necessário para os animais para que se encaixassem de forma perfeita ao quadro que foi composto”.

 

 

                                                          OS SONS DA SELVA

Compositor Veterano John Debney Cria Trilha Sonora Vencedora

 

O filhote-humano se torna Homem, e o Homem é proibido.

~ Shere Khan

 

Com suas raízes no clássico de animação da Disney, a versão épica de ação de “Mogli, O Menino Lobo” de Jon Favreau exigiu uma trilha sonora poderosa. O compositor veterano John Debney trouxe sua sensibilidade de vencedor do Oscar para o filme – juntamente com uma história notável como parte da família Disney.

 

“Tenho uma história e tanto com a Disney”, diz Debney, cujo pai Louis Debney foi contratado pelo próprio Walt Disney nos anos 30. “Quando eu era jovem, eles estavam fazendo esse filme mágico incrível chamado ‘Mogli, O Menino Lobo’, e eu era um moleque de estúdio. Conheci o jovem Bruce Reitherman que interpretou Mogli. Íamos a aventuras pelo mundo com sua família”.

 

Passe pra frente algumas décadas, Debney cresceu para se tornar um compositor vencedor do Oscar, fazendo trilhas de filmes como “A Paixão de Cristo” e “Homem de Ferro 2”, de Favreau. Segundo Debney, o plano desde o início era criar uma trilha clássica que lembrasse a trilha do filme de 1967. “Jon [Favreau] queria um som atemporal na trilha e eu abracei a ideia”, diz o compositor. “Essa é minha origem. Adoro compor músicas realmente ricas, lindas, no estilo Disney”.

 

Segundo o produtor Brigham Taylor, diferentemente do filme original, a nova versão não é um musical. “O filme de animação é com certeza uma comédia musical e nossa versão é uma aventura épica”, diz ele, “mas todos sentimos que sem um toque da música original, simplesmente não seria certo”.

 

Favreau queria homenagear o filme original de uma forma sutil. “Conseguimos reinterpretar e enfatizar trechos das canções que todos nós conhecemos e amamos”, diz Debney. “Mal podia acreditar que trabalharia com a música de Dick e Bob Sherman. Acho que é muito inteligente acolher essas canções clássica, incríveis – e traze-las a essa nova interpretação da história da nossa própria maneira”.

 

Debney criou um tema único para Mogli. “Não é excessivamente emocional”, diz ele. “Tem certa elegância e grandeza. Ele está se tornando um homem através de toda essa experiência e é isso que queríamos falar com esse tema”.

 

O temível tigre Shere Khan também recebeu um tema – um tema de três ou quatro notas, diz Debney – com metais graves e cordas para ilustrar a ideia de que ele está sempre espreitando por perto. Bagheera não tem o seu próprio tema, mas é representado por sons imponentes – trompas e cordas. A música de Kaa, inspirada em parte no trabalho de voz de Scarlett Johansson, é sombria com sons sibilantes. O Rei Louie apresenta instrumentos de percussão graves, marimba baixo, texturas de sopro sintéticas e fagote contra baixo. E Baloo é representado por um som divertido estilo Nova Orleans. “É animado e emocional”, diz Debney. “Baloo pedia por um baixo e cordas peculiares”.

 

A trilha apresenta um som orquestral clássico acentuado por instrumentos étnicos, incluindo flauta baixo, madeiras, grandes tambores, violino indiano e flauta indiana. Uma orquestra impressionante de 104 instrumentos deu vida à música de Debney.

 

O compositor acredita que o público se tornará fã do filme de ação. “Sinto que ele está estabelecendo uma nova referência no cinema”, diz Debney. “Espero que as pessoas saiam do cinema cantarolando algumas das grandes canções que eles já conheciam e talvez uma ou duas das novas. Se formos metade do que o original foi memorável, serei uma pessoa feliz pra sempre”.

 

 

SOBRE O TALENTO

 

NEEL SETHI (Mogli) é o único ator de ação real no meio de um elenco de celebridades em “Mogli, O Menino Lobo”.  O diretor Jon Favreau escolheu Sethi após considerar cerca de 2000 crianças que fizeram o teste para o papel.

 

Sethi, um atleta natural, gosta de jogar todos os esportes, especialmente basquete e futebol. Ele está trabalhando para receber a faixa preta no Tae-kwon-do e fez treinamento de parkour para ajuda-lo a se preparar para o papel de Mogli.

 

Natural de Nova York, agora com 12 anos, ele torce para os Mets, os Giants e os Knicks.  Adora música e suas comidas favoritas são ravióli de lagosta e sushi.

 

 

BILL MURRAY (voz de Baloo) recentemente estrelou o filme aclamado pela crítica “Um Santo Vizinho”, do diretor/roteirista Ted Melfi, a história de um jovem rapaz que desenvolve uma amizade incomum com o velho e desagradável vizinho.

 

A interpretação de Murray como Herman Blume no filme “Três É Demais”, de Wes Anderson, deu a ele o prêmio de melhor ator coadjuvante do New York Film Critics Circle, National Society of Film Critics, Los Angeles Film Critics Association e do Independent Spirit. Ele atuou em todos os filmes subsequentes de Anderson, incluindo “Os Excêntricos Tenenbaums”, “A Vida Marinha com Steve Zissou”, “Viagem a Darjeeling”, “O Fantástico Sr. Raposo” e “Moonrise Kingdom”.

 

Por sua atuação como Bob Harris no filme “Encontros e Desencontros”, de Sofia Coppola, Murray recebeu os prêmios do Globo de Ouro®, BAFTA, Independent Spirit e das Associações dos Críticos de Cinema de Nova Iorque, Los Angeles e Chicago, entre outros, de melhor ator. Ele também foi indicado para o Screen Actors Guild Award® e para o Oscar®.

 

Após sua estreia nas telas no filme “Almôndegas”, de Ivan Reitman, Murray trabalhou novamente com o diretor em “Recrutas da Pesada” e nos filmes “Os Caça-Fantasmas”.  Seus créditos no cinema incluem “Clube dos Pilantras” e “Feitiço do Tempo”, de Harold Ramis, “Uma Espécie em Extinção”, de Art Linson, “Tootsie”, de Sydney Pollack, “O Fio da Navalha”, de John Byrum, “Os Fantasmas Contra-Atacam”, de Richard Donner, “Nosso Querido Bob”, de Frank Oz, “Uma Mulher Para Dois” e “Garotas Selvagens”, de John McNaughton, “Ed Wood”, de Tim Burton, “Kingpin – Estes Loucos Reis do Boliche” e “Debi e Lóide 2”, de Peter e Bobby Farrelly, “O Homem que Sabia de Menos”, de Jon Amiel, “O Poder Vai Dançar”, de Tim Robbins, “Hamlet”, de Michael Almereyda, “Cidade das Sombras”, de Gil Kenan, “Segredos de um Funeral”, de Aaron Schneider pelo qual Murray recebeu indicações ao Independent Spirit e ao Satellite Award, “O Anjo do Desejo”, de Mitch Glazer, “As Loucuras de Charles” de Roman Coppola, “Rock the Kasbah” de Barry Levinson e “Sob o Mesmo Céu”, de Cameron Crowe.

 

Ele estrelou para Jim Jarmusch no segmento “Delirium” de “Sobre Café e Cigarros” e em “Flores Partidas”, pelo qual ele foi indicado ao prêmio de melhor ator do Satellite Award; e em “Os Limites do Controle”.

 

Nascido em Chicago, foi lá que Murray começou sua carreira de ator com a trupe de improvisação Second City. Ele entrou para o elenco de “Saturday Night Live”, da NBC, na segunda temporada do programa, e logo em seguida ganhou um Emmy® como um dos escritores do programa. Depois ele escreveu o livro “Cinderella Story: My Life in Golf”.

 

 

BEN KINGSLEY (voz de Bagheera) continua a trazer detalhes e nuances inigualáveis a cada papel que interpreta após ganhar um Oscar®, dois Globos de Ouro® e dois BAFTA Awards por sua fascinante atuação como o líder social indiano Mahatma Gandhi. Em breve Kingsley participará de “Backstabbing for Beginners”, dirigido por Per Fly.

 

Kingsley continuou a receber honrarias como uma verdadeira estrela internacional, recebendo indicações ao Oscar® por “Bugsy”, “Sexy Beast” e “Casa de Areia e Névoa”.  Seus papeis têm sido tão diversos quanto os seus talentos, desde um vice-presidente em “Dave – Presidente por um Dia” até o engenhoso Fagin em “Oliver Twist”.  Em 1984, Kingsley recebeu o prêmio Padma Shri de Indira Gandhi e do governo da Índia e foi ordenado cavaleiro pela Rainha Elizabeth II na Lista de Honra do Ano Novo de 2001.

 

Kingsley foi ouvido no filme de animação em stop-motion “The Boxtrolls”, baseado no romance “Here Be Monsters”; no filme épico de Ridley Scott “Êxodo: Deuses e Reis” ao lado de Christian Bale, Sigourney Weaver e Aaron Paul; e “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”, o terceiro filme da franquia, como um faraó egípcio em exibição no museu que revive graças a uma placa mágica. Ele também aparece em “Learning to Drive”, dirigido por Isabel Coixet.

 

Kingsley aparece em “Tut”, uma minissérie em seis episódios para Spike TV. A série limitada é baseada na história do Rei Tutancâmon, conhecido como Rei Tut. Kingsley interpreta Ay, o grande vizir do Rei Tutancâmon, que exerce tremendo poder e influência como o principal conselheiro do jovem governante egípcio.

 

Kingsley aparece em “A Travessia”, o filme biográfico dirigido por Robert Zemeckis sobre a travessia na corda bamba feita por Philippe Petit entre as Torres Gêmeas em 1974; “Collide,” ao lado de Anthony Hopkins, Nicholas Hout e Felicity Jones, seguindo um jovem casal americano que se vê mergulhado em um jogo de gato e rato pela Alemanha após se encontrarem no meio de dois criminosos impiedosos; o suspense de ficção científica “Sem Retorno”, de Tarsem Singh; “Learning to Drive”, onde ele volta a trabalhar com a diretora de “Fatal”, Isabel Coixet, e a atriz coadjuvante Patricia Clarkson; “Sob o Domínio dos Robôs”, onde a terra foi conquistada por robôs de uma galáxia distante; e “Life – Um Retrato de James Dean”, contracenando com Robert Pattinson e Dane DeHaan. A história é centrada na amizade que se desenvolve entre o fotógrafo Dennis Stock e o ator James Dean quando Stock foi contratado para fotografar o ator para a revista Life em 1955. Kingsley retrata o magnata dos estúdios Jack Warner.

 

Kingsley atuará em “Brooklyn Bridge”, contracenando com Daniel Radcliffe e Brie Larson, sobre Washington Roebling, um engenheiro civil e filho do arquiteto, John A. Roebling (Kingsley), a quem é confiada a tarefa de concluir a famosa ponte de seu pai, a Brooklyn Bridge.

 

Kingsley participou do aguardadíssimo curta da Marvel “Todos Saúdam o Rei”, que foi descrito como um epílogo ao “Homem de Ferro 3” e um possível prólogo ao “Homem de Ferro 4”. O curta de 14 minutos foi escrito e dirigido pelo escritor de “Homem de Ferro 3” Drew Pearce, e está incluso no Blu-ray™ de “Thor: O Mundo Sombrio”.  Kingsley também foi visto em “História de Guerra”, que estreou no Festival Sundance de Cinema. Dirigido por Mark Jackson, o filme é sobre um fotógrafo de guerra que vai para uma pequena cidade na Sicília após ser mantido prisioneiro na Líbia. O filme também conta com Catherine Keener e Hafsia Herzi.

 

Em 2013, Kingsley foi visto no campeão de bilheterias “Homem de Ferro 3” como Mandarim. O filme arrecadou mais de $ 1 bilhão no mundo todo. Ele também estrelou em “Ender’s Game – O Jogo do Exterminador”, baseado no romance homônimo, e pode ser visto nos filmes independentes “Walking With the Enemy”, “Um Homem Comum”, “Criando Asas” e “O Físico”.

 

Mergulhado no teatro Britânico, Kingsley marcou o início de sua carreira profissional como ator ao ser aceito pela Royal Shakespeare Company em 1967. Ele teve papeis em “Sonho de Uma Noite de Verão”, “A Tempestade”, Brutus em “Júlio César”, e papeis que estão no título como “Otelo” e “Hamlet” entre outros. Entre seus papeis mais recentes e diversos nos palcos estão aqueles nas peças “The Country Wife”, “O Jardim das Cerejeiras”, “A Betrothal” e “Esperando Godot”.

 

A carreira no cinema de Kingsley começou em 1972 com o suspense “O Medo é a Chave”, mas o seu primeiro grande papel veio uma década depois com o épico “Gandhi”. Após sua atuação vencedora do Oscar® ele atuou em “Betrayal”, “Turtle Diary”, “Harem”, “Espião – Profissão de Morte”, “Sherlock & Eu” (como Dr. Watson no filme de Sherlock Holmes de Michael Caine) e “The Children”, contracenando com Kim Novak. Durante os anos 90, Kingsley se destacou com papeis como Mayer Lansky em “Bugsy”, “Quebra de Sigilo”, “Lances Inocentes” e “Dave – Presidente por um Dia”.  Em 1994 ele foi indicado ao BAFTA Award por sua atuação memorável como ator coadjuvante como Itzhak Stern no filme vencedor de sete Oscars de Steven Spielberg “A Lista de Schindler”.

 

Entre os créditos de Kingsley estão “Regras do Jogo”, “De Que Planeta Você Veio?”, “Oliver Twist” de Roman Polanski, o drama policial “Xeque-Mate”, “You Kill Me” de John Dahl e a saga do império romano “A Última Legião”. Ele também estrelou o sexualmente forte “Fatal”, pelo qual foi indicado ao British Actor of the Year pelo London Critics Circle Film Awards e dois filmes no Festival Sundance de Cinema 2008: o vencedor do Prêmio da Audiência e indicado ao Grande Prêmio do Júri “Doidão” e o suspense policial “Expresso Transiberiano”. Ele também estrelou no suspense “O Espião” e a comédia policial “Guerra S.A. Faturando Alto”.

 

Outros créditos de Kingsley incluem “O Ditador,” de Sacha Baron Cohen; os filmes de Martin Scorsese “A Invenção de Hugo Cabret”, que venceu cinco Oscars®, e “Ilha do Medo”; “Príncipe da Pérsia” de Jerry Bruckheimer; e “Refúgio do Medo” ao lado de Michael Caine, Kate Beckinsale e Jim Sturgess.

 

 

SCARLETT JOHANSSON (voz de Kaa) provou ser uma das atrizes mais talentosas e carismáticas de Hollywood. Vencedora do Tony Award® e do BAFTA e indicada quatro vezes ao Globo de Ouro®, ela emprestou sua voz ao romance de ficção científica vencedor do Oscar® “Ela”, de Spike Jonze. A atuação de Johansson como o sistema operacional Samantha deu a ela o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Roma.

 

Johansson estrelou no filme de suspense e ação de Luc Besson “Lucy”. Ela contracenou com Chris Evans em “Capitão América: O Soldado Invernal”, da Marvel, e reprisou seu papel como Natasha Romanoff, a Viúva Negra, em “Vingadores: Era de Ultron”, da Marvel.

 

Em 2014, Johansson foi vista no filme independente aclamado pela crítica de Jon Favreau “Chef”. Em 2013, ela estrelou na estreia como diretor de Joseph Gordon-Levitt em “Como Não Perder Essa Mulher”, e em “Sob a Pele” de Jonathan Glazer, que estreou nos Festivais de Cinema de Veneza e de Toronto.

 

Por seu papel principal contracenando com Bill Murray em “Encontros e Desencontros”, o segundo filme aclamado pela crítica dirigido por Sofia Coppola, Johansson recebeu excelentes críticas e venceu o Upstream Prize no Festival de Cinema de Veneza. Antes disso, ela estrelou em “Uma Canção de Amor Para Bobby Long”, contracenando com John Travolta, e em “Ponto Final” de Woody Allen, que lhe rendeu sua quarta indicação consecutiva ao Globo de Ouro®.

 

Johansson também estrelou em filmes de destaque como “Os Vingadores”, da Marvel, ao lado de Robert Downey Jr.; “Hitchcock,” contracenando com Anthony Hopkins; “Compramos um Zoológico”, dirigido por Cameron Crowe; “Homem de Ferro 2”, dirigido por Jon Favreau; “Em Boa Companhia”, para os irmãos Weitz; “Moça com Brinco de Pérola”, contracenando com Colin Firth; “A Ilha”, contracenando com Ewan McGregor; “Dália Negra”, dirigido por Brian De Palma; e “O Grande Truque”, dirigido por Christopher Nolan.

 

Créditos adicionais incluem “Ele Não Está Tão a Fim de Você”, “Vicky Cristina Barcelona”, “A Outra”, “The Spirit – O Filme”, “O Diário de Uma Babá”, “O Anjo da Guarda” e “Justa Causa”.

 

Original de Nova Iorque, Johansson fez sua estreia profissional aos 8 anos de idade em uma produção Fora da Broadway de “Sophistry”, ao lado de Ethan Hawke, no teatro Playwrights Horizons em Nova Iorque. Seu primeiro papel de grande importância veio aos 10 anos de idade com o filme bastante elogiado pela crítica “Meninas de Ninguém”, que rendeu a ela uma indicação ao Independent Spirit Award de melhor atriz.

 

Quando ela tinha 12 anos, Johansson alcançou reconhecimento mundial por seu desempenho como Grace MacLean, a adolescente traumatizada por um acidente a cavalo no drama de Robert Redford “O Encantador de Cavalos”.  Em seguida ela estrelou em “Ghost World – Aprendendo a Viver”, de Terry Zwigoff, vencendo o prêmio de melhor atriz coadjuvante da Toronto Film Critics Association. Johansson também trabalhou na comédia de humor negro dos irmãos Coen “O Homem que Não Estava Lá”, contracenando com Billy Bob Thornton e Frances McDormand.

 

Atriz também habilidosa nos palcos, Johansson venceu um Tony® em sua estreia na Broadway na peça de Arthur Miller “A View from the Bridge”, com Liev Schreiber. Em 2013, ela participou de sua segunda peça na Broadway como Maggie em “Gata em Teto de Zinco Quente”.

 

 

CHRISTOPHER WALKEN (voz do Rei Louie) venceu o Oscar® e o New York Film Critics Circle Award por sua atuação em “O Franco Atirador”. Walken também recebeu uma indicação ao Oscar e venceu o BAFTA e o SAG Award® por “Prenda-me Se For Capaz”.

 

Entre os créditos de Walken estão “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa”, “Dinheiro do Céu”, “Na Hora da Zona Morta”, “Caminhos Violentos”, “Metido em Encrencas”, “Rei de Nova York”, “Chamas da Vingança”, “Candidato Aloprado”, “Penetras Bons de Bico”, “Hairspray – em Busca da Fama”, “Amor à Queima-Roupa”, “Pulp Fiction – Tempo de Violência”, “Batman – O Retorno”, “Sete Psicopatas e Um Shih Tzu” e “O Último Concerto”. Ele também estrelou em “Jersey Boys – Em Busca da Música”, dirigido por Clint Eastwood; “When I Live My Life Over Again”, coestrelando Amber Heard e Oliver Platt; e “The Family Fang”, ao lado de Justin Bateman e Nicole Kidman. Walken recentemente estrelou em “Nine Lives” ao lado de Kevin Spacey e Jennifer Garner, com direção de Barry Sonnenfeld.

 

Em 2010, Walken foi indicado para o Tony Award® e Drama Desk Award por sua atuação em “A Behanding in Spokane”. Seu trabalho no teatro inclui “O Leão no Inverno” (Clarence Derwent Award), “A Gaivota” (Obie, NY Shakespeare Festival), “A Rosa Tatuada” (Theatre World Award) e “Os Mortos”, de James Joyce.

 

Walken também atuou no videoclipe dirigido por Spike Jonze para “Weapon of Choice”, e estrelou em “Peter Pan Live” para a NBC como Capitão Gancho.

 

 

Ator vencedor do Globo de Ouro® IDRIS ELBA (voz de Shere Khan) exibe sua versatilidade criativa na televisão e cinema, assim como atrás das câmeras como produtor e diretor. Ele continua a cativar o público como alguém a ser visto em Hollywood, com uma série de atuações bem recebidas em filmes de alto nível assim como em múltiplas séries de televisão aclamadas pela crítica.

 

Antes de sua estreia na telona, a carreira de Elba teve uma ascensão meteórica na telinha em alguns dos melhores programas do Reino Unido, incluindo “Dangerfield”, “Bramwell” e “Ultraviolet”. No ano 2000, “Ultraviolet” foi adquirido pela Fox nos Estados Unidos, oferecendo a Elba uma entrada no mercado americano. Ele em seguida se mudou para Nova Iorque e recebeu críticas excelentes por sua interpretação de Aquiles na produção Fora da Broadway “Troilo e Créssida”, dirigida por Sir Peter Hall. Logo em seguida ele conseguiu um papel na aclamada série de televisão “Law & Order”.

 

Elba conseguiu o papel de Stringer Bell, o tenente de um império de drogas em Baltimore na série aclamada pela crítica da HBO “The Wire”. Em 2005, sua atuação lhe rendeu uma indicação ao NAACP Image Award de melhor ator coadjuvante em série dramática.

 

Em 2005, Elba começou sua carreira no cinema em projetos como “Abril Sangrento” da HBO (indicação ao NAACP Image Award), “As Garotinhas do Papai”, de Tyler Perry (indicação ao BET Award), “A Colheita do Mal” ao lado de Hilary Swank, e o suspense de terror “Extermínio 2”. Em 2007, Elba estrelou no filme de Ridley Scott indicado ao Globo de Ouro® “O Gângster” com Denzel Washington, Russell Crowe, Ruby Dee e Josh Brolin. O elenco recebeu uma indicação ao Screen Actors Guild Award®.  Em seguida, Elba estrelou em “Rock’n’Rolla – A Grande Roubada”, de Guy Ritchie, com Tom Hardy; contracenou com Beyonce Knowles em “Obsessiva” (Indicação ao NAACP Image Award); “Os Perdedores” (vencedor do BET Award), “Legacy” (no qual ele também foi produtor executivo); “Motoqueiro Fantasma” com Nicolas Cage; “Prometheus”, de Ridley Scott, com Michael Fassbender e Charlize Theron; “Thor” com Natalie Portman e Chris Hemsworth; e “Círculo de Fogo”, de Guillermo del Toro, ao lado de Charlie Hunnam, Charlie Day e Rinko Kikuchi. Em 2013, Elba estrelou como Nelson Mandela no filme biográfico “Mandela – O Caminho Para Liberdade” da The Weinstein Company. Sua atuação lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro® e uma indicação ao NAACP Image Award. No ano seguinte, ele estrelou e fez a produção executiva de “O Intruso”, um suspense também estrelando Taraji P. Henson. Em março de 2015, Elba atuou em “O Franco-Atirador”, de Pierre Morel ao lado de Sean Penn e Javier Bardem.

 

Elba pode ser visto em “Beasts of No Nation”, dirigido por Cary Joji Fukunaga, que lhe rendeu indicações para um Globo de Ouro® e NAACP Image Award; assim como SAG e Independent Spirit Awards de melhor ator coadjuvante. Ele participa do elenco de voz do filme “Zootopia”, do Walt Disney Animation Studios, e atua no lançamento desse verão “Star Trek: Sem Fronteiras”.

 

Elba retornou à televisão em 2009 quando passou a fazer parte do elenco do programa de sucesso da NBC “The Office” como Charles Minor, o chefe não tão divertido de Michael Scott. Em 2010, Elba conseguiu o papel de John Luther na minissérie de drama policial da BBC “Luther”. Após a primeira temporada, Elba foi indicado para um Emmy® por sua atuação em “Luther”, assim como por sua atuação como ator convidado em “The Big C”, da Showtime. Sua atuação na primeira temporada de “Luther” lhe rendeu um NAACP Image Award, um BET Award, e um Globo de Ouro®. Em 2012, Elba recebeu uma indicação ao Emmy pela segunda temporada de “Luther”. A terceira temporada da minissérie da BBC foi ao ar em setembro de 2013. Sua atuação lhe rendeu uma indicação ao Emmy e ao Globo de Ouro assim como um NAACP Image Award. Em 2015, Elba reprisou seu papel como Luther para as duas partes do capítulo final da série, pela qual ele recebeu indicações para um Globo de Ouro e NAACP Award; e recebeu o SAG Award® de melhor ator.

 

Em 2013, Elba fez sua estreia como diretor com o programa de televisão “The Pavement Psychologist” para Sky/Sprout Pictures como parte da série da Sky PLAYHOUSE PRESENTS estrelando Anna Friel, que Elba também escreveu. Ele também criou, dirigiu e estrelou no videoclipe “Lover of Light” de Mumford and Sons, que já foi visto mais de nove milhões de vezes até hoje no YouTube. Em 2014, Elba estrelou e produziu um documentário em duas partes intitulado “King of Speed” para os canais BBC Two e BBC America com sua produtora Green Door Pictures. Em 2015, Elba e a Green Door Pictures lançaram o documentário “Mandela, My Dad and Me” que acompanha Elba durante a gravação de seu álbum “mi Mandela”.

 

No inverno de 2015, Elba lançou sua coleção de roupas Idris Elba + Superdry, que alia o estilo vintage americano com gráficos de inspiração japonesa, disponível tanto no Reino Unido quanto nos Estados Unidos.

 

 

LUPITA NYONG’O (voz de Raksha) fez sua estreia no cinema no filme vencedor do Oscar® “12 Anos de Escravidão”, de Steve McQueen, ao lado de Chiwetel Ejiofor, Michael Fassbender e Brad Pitt. Por sua interpretação de Patsey, Nyong’o recebeu o Oscar na categoria de melhor atriz coadjuvante, assim como o Screen Actors Guild Award®, o Critics’ Choice Award, o Independent Spirit Award, o NAACP Award e o 2013 Hollywood Film Awards’ New Hollywood Award.

 

Nyong’o estrela em “Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força”, dirigido por J.J. Abrams, e “Rainha de Katwe”, da Disney, dirigido por Mira Nair. Além disso, ela irá produzir e estrelar em uma adaptação de “Americanah”, de Chimamanda Adichie, que foi selecionado como um dos 10 Melhores Livros de 2013 pelos editores do New York Times Book Review.

 

Nyong’o pode ser vista no suspense de ação “Sem Escalas”, contracenando com Liam Neeson, Michelle Dockery e Julianne Moore. Além disso, Nyong’o trabalhou como criadora, diretora, editora e produtora do documentário premiado de longa-metragem “In My Genes”. O documentário segue oito quenianos que têm uma coisa em comum: todos nasceram com albinismo, uma condição genética que causa falta de pigmentação. Em muitas partes da África, incluindo o Quênia, é uma condição que marginaliza, estigmatiza e coloca em perigo aqueles que a possuem. Enquanto o albinismo é altamente visível em uma sociedade que é predominantemente negra, a realidade das pessoas que vivem com albinismo é invisível para a maioria. Através de seus retratos íntimos, Nyong’o nos torna capazes de ver os seus desafios, humanidade e triunfos diários.

 

Nyong’o se tornou uma das preferidas dos designers e em junho de 2014 foi anunciada como a nova embaixadora da Lancôme.

 

Recém formada no programa de artes cênicas da Yale School of Drama, os créditos de palco de Nyong’o incluem sua interpretação de Perdita em “Conto de Inverno” (Yale Repertory Theater), Sonya em “Tio Vânia”, Katherine em “A Megera Domada”, assim como a sua presença na produção original de “Elijah”, de Michael Mitnick.

 

 

GIANCARLO ESPOSITO (voz de AKELA) é um célebre ator de televisão, cinema e teatro cuja carreira de ator abrange diversas décadas. Em 2014, ele foi homenageado com uma estrela na prestigiosa Calçada da Fama de Hollywood.

 

Esposito vai estrelar em “Maze Runner: Prova de Fogo”, a sequência da franquia de ação campeã de bilheterias da 20th Century Fox “Maze Runner – Correr ou Morrer”. Ele também vai estrelar no drama musical independente “Stuck”, baseado na peça de teatro. Ele vai dirigir, produzir e estrelar no drama histórico independente “Patriotic Treason”, a história do abolicionista John Brown. Esposito interpretará Frederick Douglass contracenando com o ator indicado quatro vezes ao Oscar® Ed Harris.

 

O público da televisão conhece Esposito melhor por sua interpretação emblemática do chefão das drogas Gustavo “Gus” Fring na série premiada aclamada pela crítica da AMC “Breaking Bad”, pela qual ele ganhou o Critics Choice Award 2012 e recebeu uma indicação ao Emmy® de 2012 também.

 

Esposito atuou em filmes notáveis como “Reencontrando a Felicidade”, “Os Suspeitos”, “Cortina de Fumaça” e “As Férias da Minha Vida”. Suas atuações nos filmes de Spike Lee “Faça a Coisa Certa”, “Mais e Melhores Blues”, “Lute Pela Coisa Certa” e “Malcolm X” estão entre as mais memoráveis.  Outros créditos no cinema de Esposito incluem atuações de destaque em “Poker Night”, “A Sombra do Inimigo”, “Sherry Baby”, “Ali”, “Nada a Perder”, “Falando de Amor”, “Bob Roberts”, “Rei de Nova York” e “Cotton Club”.  Em 1995, Esposito foi reconhecido por seu trabalho incrível em “Fresh – Inocência Perdida” com a indicação para um Independent Spirit Award.

 

Em 2008, por meio de sua produtora, Quiet Hand Productions, Esposito realizou sua estreia na direção de um longa com o filme “Gospel Hill”. Ele também coestrelou com Danny Glover, Angela Bassett, Julia Stiles, Taylor Kitsch e Samuel L. Jackson, e o filme ganhou mais de nove prêmios em diversos aclamados festivais de cinema. Sua Produtora, Quiet Hand Productions, aspira fazer filmes de conteúdo consciente que focam no lado inspiracional. A empresa tem diversos projetos em desenvolvimento, nos quais Esposito planeja coestrelar, assim como dirigir e produzir.

 

Entre os muitos créditos de Esposito na televisão estão “Revolution”, “Community”, “Once Upon a Time”, “Homicídio”, “Law & Order”, “Bakersfield PD”, “O Toque de um Anjo” e “Desaparecido”.

 

Esposito também é bem conhecido por frequentadores assíduos do teatro por seu premiado trabalho nos palcos. Ele recentemente estrelou na première mundial da Atlantic Theatre Company na peça “Storefront Church” escrita e dirigida pelo vencedor do Pulitzer e do Tony Award® John Patrick Shanley. “Storefront Church” foi a parte final da trilogia denominada “Church & State”, e começou com “Doubt”. Esposito ganhou Obie Awards por “Zooman and The Sign” com a Negro Ensemble Company e “Distant Fires” com a The Atlantic Theatre Company, onde ele continua a atuar e dar aulas como membro da companhia. Sua longa lista de créditos na Broadway incluem “Sacrilege”, “Seesaw”, “Merrily We Roll Along” e “Lost In The Stars” só para mencionar algumas peças. Ele também coestrelou na Broadway com James Earl Jones, Terrence Howard e Phylicia Rashad na versão de Debbie Allen do grande clássico de Tennessee Williams “Gata em Teto de Zinco Quente”.

 

Esposito é um entusiasta do Yoga e passa seu tempo livre andando de motocicleta e praticando o saxofone. Ele é também um orgulhoso membro do conselho da Creative Coalition, um grupo de defesa das artes que defende a Primeira Emenda. Ele também dá apoio a outras organizações que apoiam as artes e a educação, incluindo Waterkeeper Alliance, Kids for Peace & World Merit USA.

 

 

 

SOBRE OS CINEASTAS

 

JON FAVREAU (Diretor) começou sua carreira na indústria como ator no inspirador filme esportivo “Rudy”. Ele prosseguiu para se estabelecer como escritor com a aclamada comédia hipster “Swingers – Curtindo a Noite”.  Desde então, ele continua se desafiando com uma variedade de projetos ecléticos.

 

Parte integral da formação e expansão do Universo Marvel, Favreau dirigiu os campeões de bilheterias “Homem de Ferro” e “Homem de Ferro 2”, que juntos faturaram $ 1,3 bilhão em bilheterias no mundo todo. Ele também trabalhou como produtor executivo em “Os Vingadores” e “Vingadores: Era de Ultron”, da Marvel, que juntos faturaram $ 2,9 bilhões no mundo todo, tornando-se o 3º e o 7º filmes de maior bilheteria de todos os tempos, respectivamente.

 

Mais recentemente, Favreau escreveu, dirigiu, produziu e estrelou no sucesso independente “Chef”, que também contou com Sofia Vergara, Scarlett Johansson e Robert Downey Jr.

 

Em 2011, Favreau dirigiu e produziu “Cowboys & Aliens”, estrelando Harrison Ford e Daniel Craig. Antes de dirigir as duas primeiras partes da franquia “Homem de Ferro”, Favreau dirigiu “Zathura – Uma Aventura Espacial”, um filme para crianças estrelando Tim Robbins, para Radar Pictures e Sony Entertainment. Em 2003, Favreau dirigiu o aclamado sucesso de natal “Um Duende em Nova York”, estrelando Will Ferrell, para New Line Cinema. Favreau fez sua estreia na direção de um longa-metragem com “Crime Desorganizado”, um roteiro que escreveu e estrelou contracenando com Vince Vaughn e Sean Combs para Artisan Entertainment.

 

Na frente das câmeras, Favreau foi visto em “O Lobo de Wall Street”, “Uma Ladra Sem Limites” e “Bem-vindo à Vida”. Seus outros créditos no cinema incluem “Encontro de Casais”, “Eu Te Amo, Cara”, “Surpresas do Amor”, “Separados pelo Casamento”, “Wimbledon – O Jogo do Amor”, “Alguém Tem Que Ceder”, “Demolidor – O Homem Sem Medo”, “Amor aos Pedaços”, “Virando o Jogo”, “Uma Loucura de Casamento” e “Impacto Profundo”. Ele também representou o lendário campeão dos pesos pesados Rocky Marciano no filme biográfico da MGM “Rocky Marciano”.

 

Os créditos de televisão de Favreau incluem um papel recorrente em “Friends” e uma aparição especial em “Os Sopranos”, da HBO, interpretando a si mesmo. Favreau também adicionou o título de produtor televisivo à sua extensa lista de créditos como o criador, produtor e apresentador da série da IFC aclamada pela crítica e indicada ao Emmy® “Dinner for Five”. Ele também foi o produtor executivo da série de TV “Revolution”.  Atualmente, Favreau é o produtor executivo da série de TV “As Crônicas de Shannara”.

 

 

JUSTIN MARKS (Roteirista) foi escolhido para escrever a sequência de “Top Gun – Ases Indomáveis”, com Jerry Bruckheimer na produção e com o retorno de Tom Cruise. David Ayer está dirigindo a adaptação de Marks de “Esquadrão Suicida”.

 

Marks também adaptou a história em quadrinhos da Vertigo “FBP: Federal Bureau of Physics” para a produção de David Goyer. Paramount Pictures adquiriu o projeto “Dogs of War”, escrito por Marks, produzido por Jerry Bruckheimer com Fredrik Bond escalado para a direção.

 

Marks também escreveu “O Corvo” para Universal com Mark Wahlberg na produção, e “Shadow of the Colossus” para Sony Pictures, baseado no vídeo game de mesmo nome.

 

 

(Inspirado nos Livros de) RUDYARD KIPLING é o autor de “O Livro da Selva”, entre outros contos do subcontinente indiano. Publicado em 1894, “O Livro da Selva” é uma coletânea de histórias de ficção sobre a vida selvagem na Índia, muitas das quais com a presença de Mogli, um garoto selvagem criado por lobos. “O Segundo Livro da Selva” foi lançado em 1895, e foi a base para o incrivelmente popular e adorado filme de animação de Walt Disney de 1967.

 

O escritor nasceu em 1865 em Mumbai, na Índia. Seu pai era diretor de um museu de arte e sua mãe era socialite. Aos cinco anos de idade, ele foi mandado para casa na Inglaterra e mergulhou de cabeça na arte, filosofia e literatura. Mas ele se sentiu negligenciado e isolado aos cuidados desleixados de uma família que cuidava das crianças dos britânicos que estivessem trabalhando na Índia. Logo, a escrita se tornou o seu refúgio e Kipling começou a escrever contos.

 

Em 1882, Kipling retornou a Índia e passou a trabalhar com jornalismo, publicando histórias e poemas. Ele se tornou cada vez mais popular, e seu trabalho com frequência revelava a natureza complexa e problemática do imperialismo britânico.

 

Kipling viajava muito e escrevia prolificamente. Após redigir centenas de textos, poemas e histórias, ele recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1907 e seguiu escrevendo, até quase a sua morte aos 70 anos de idade em 1936. A autobiografia de Kipling, “Something Of Myself: And Other Autobiographical Writings”, foi publicada postumamente em 1937.

 

 

BRIGHAM TAYLOR (Produtor) é associado ao Walt Disney Studios desde 1994 quando começou como assistente de produção e cresceu na carreira até o posto de vice-presidente de produção. Durante o seu tempo como executivo, Taylor ajudou a supervisionar uma ampla gama de filmes, incluindo a franquia dos “Piratas do Caribe”, “Tron – O Legado”, “As Crônicas de Nárnia” e “Oz: Mágico e Poderoso”. Outros títulos incluem “Desafio do Destino”, “Plano de Voo”, “E Aí, Meu Irmão, Cadê Você?”, “Desafio no Gelo”, “Treinando o Papai”, “John Carter: Entre Dois Mundos”, “Secretariat – Uma História Impossível” e “Arremesso de Ouro”.

 

Em seu novo empreendimento, Taylor assinou um pacto de produção exclusiva com a Disney, TaylorMade Films, para desenvolver e produzir títulos para o estúdio live-action.

 

Além de produzir “Mogli, O Menino Lobo”, dirigido por Jon Favreau, Taylor fez a produção executiva de “Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada é Impossível”, dirigido por Brad Bird e produzido por Bird e Damon Lindelof.

 

 

PETER TOBYANSEN (Produtor Executivo) Com experiência em produção distinta e diversificada, Tobyansen contribuiu com muitos sucessos de bilheterias que cinematograficamente exigiram a construção de novas metodologias de produção que ajudam a levar a história para a tela. Apenas recentemente muitos desses trabalhos singulares ajudaram a lançar novos designs de arquitetura que hoje são reconhecidos como padrão da indústria.

 

Sua experiência tecnológica na produção de filmes tem sido o catalisador para discussão sobre projetos de grande escala ao trabalhar em colaboração com o diretor, os departamentos do estúdio e os produtores criativos. Com a promoção da utilização de tecnologias de ponta, integradas com fluxos de trabalho projetados sob medida direcionados ao projeto, incluindo pipelines de produção virtual (pré-produção, produção e pós), ele ajudou a garantir a tradução imperceptível de personagens para maximizar um projeto centrado na direção dando suporte tanto aos gêneros de animação e live-action.

 

Paralelamente, Tobyansen também ajudou a abordar a construção e implementação de muitas disciplinas de produção nos fluxos de trabalho dos projetos. Essas disciplinas criam pipelines que são essenciais para a singularidade de cada projeto e resultaram em aprovações criativas imediatas. Muitas disciplinas de sucesso, hoje consideradas pioneiras, que foram inicialmente construídas para as complexidades virtuais de “Avatar”, incluindo a arquitetura de produção geral do projeto, ainda são usados com a maioria das produções geradas por computador.

 

Seus créditos no cinema incluem “Alice no País das Maravilhas”, de Tim Burton, “Avatar”, de Jim Cameron, e “O Expresso Polar” e “Os Fantasmas de Scrooge”, de Bob Zemeckis. Alguns de seus créditos adicionais no cinema utilizando fluxos de trabalho de projeto e pipelines semelhantes são “Marte Precisa de Mães”, “A Lenda de Beowulf”, “A Casa Monstro” e “Bob Esponja – O Filme”.

 

 

MOLLY ALLEN (Produtora Executiva) já está na indústria cinematográfica há mais de duas décadas. Recentemente trabalhou como produtora executiva e gerente de produção em “Chef”, o sucesso aclamado pela crítica escrito, dirigido e produzido por Jon Favreau e que teve no elenco Favreau, Sofia Vergara, Scarlett Johansson, John Leguizamo, Bobby Cannavale, Dustin Hoffman, Oliver Platt e Robert Downey Jr.

 

Allen trabalhou como produtora e supervisora de produção no sucesso de ação “O Protetor”, estrelando Denzel Washington, dirigido por Antoine Fuqua e trabalhou anteriormente como coprodutora para o diretor Denzel Washington e o produtor Todd Black no seu drama aclamado pela crítica “O Grande Desafio”. Ela também coproduziu “Sete Vidas”, estrelando Will Smith.

 

Allen trabalhou como supervisora de produção em filmes notáveis como “Django Livre”, “Água para Elefantes”, “Protegendo o Inimigo” e “Atração Perigosa”.

 

Ela iniciou sua associação com o diretor Favreau quando trabalhou como sua gerente de locação em “Homem de Ferro”. Allen havia sido gerente de locação em “À Procura da Felicidade”, “Constantine”, “Quero Ficar com Polly”, “Vanilla Sky” e “Medo e Delírio”, entre outros.

 

 

KAREN GILCHRIST (Produtora Executiva) é vice-presidente de desenvolvimento e produção da Fairview Entertainment. Trabalhou como produtora executiva em “Chef”, o sucesso aclamado pela crítica escrito, dirigido e produzido por Jon Favreau e que teve no elenco Favreau, Sofia Vergara, Scarlett Johansson, John Leguizamo, Bobby Cannavale, Dustin Hoffman, Oliver Platt e Robert Downey Jr.

 

Gilchrist foi coprodutora de “Cowboys & Aliens”, de Favreau, estrelando Daniel Craig, Harrison Ford e Olivia Wilde, e produtora de “Homem de Ferro 2”, estrelando Robert Downey Jr. Em 2006, ela começou a trabalhar com Favreau durante a pré-produção e produção de “Homem de Ferro”.

 

 

JOHN BARTNICKI (Coprodutor) trabalhou anteriormente como produtor em “Chef”, o sucesso aclamado pela crítica escrito, dirigido e produzido por Jon Favreau e que teve no elenco Jon Favreau, Sofia Vergara, Scarlett Johansson, John Leguizamo, Bobby Cannavale, Dustin Hoffman, Oliver Platt e Robert Downey Jr.

 

Bartnicki trabalhou pela primeira vez com Favreau durante a pós-produção de “Homem de Ferro”. Depois trabalhou na produção em diversas funções em projetos tais como “Cowboys & Aliens”, de Favreau, “Rango”, de Gore Verbinski, “O Incrível Hulk”, de Louis Leterrier, entre outros.

 

 

ROBERT LEGATO (Supervisor de Efeitos Visuais) entrou para a recém formada Digital Domain, uma empresa de efeitos visuais fundada por James Cameron, Stan Winston Scott Ross, após uma carreira na televisão na Paramount Pictures.

 

O primeiro trabalho no cinema de Legato foi como supervisor de efeitos visuais, diretor de 2ª unidade e diretor de fotografia de efeitos visuais em “Entrevista Com o Vampiro”, de Neil Jordan. Este primeiro filme o levou a “Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo”, de Ron Howard, como supervisor de efeitos visuais e diretor de fotografia para a unidade VFX. Legato recebeu sua primeira indicação ao Oscar® e ganhou o BAFTA por seu trabalho de efeitos visuais em “Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo”.

 

Seu próximo trabalho no cinema, para James Cameron em “Titanic”, estendeu-se por vários anos e acabou provando ser um dos filmes de maior sucesso já feitos. Além de dar a Legato o seu primeiro Oscar®, o filme venceu 11 Oscars® no total, incluindo melhor filme e melhor efeitos visuais, e se tornou o filme de maior bilheteria de todos os tempos.

 

Legato também trabalhou na produção de Martin Scorsese “Kundun”, e no filme de Michael Bay “Armageddon”.

 

Legato saiu da Digital Domain para entrar na Sony Pictures Imageworks, onde trabalhou como supervisor de efeitos visuais em dois filmes de Robert Zemeckis: “Revelação” e “Náufrago”.

 

Legato foi o supervisor de efeitos visuais sênior em “Bad Boys II”, que foi indicado ao VES Award de melhor efeitos visuais em longa-metragem. Legato também trabalhou no fenômeno internacional “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, baseado no livro campeão de vendas de J.K. Rowling. Legato foi o diretor de 2ª unidade/codiretor de fotografia de 2ª unidade e supervisor de efeitos visuais em “O Aviador”, de Martin Scorsese, um filme sobre a vida de Howard Hughes que recebeu três VES Awards e o International Press Academy’s Satellite Award de melhores efeitos visuais.

 

Legato então concluiu o filme de Martin Scorsese “Os Infiltrados” como diretor de 2ª unidade/cinegrafista e supervisor de efeitos visuais. O filme ganhou quatro Oscars®, incluindo melhor filme. Durante o mesmo período, Legato criou e concebeu o pipeline cinematográfico virtual para o filme “Avatar”, de James Cameron, que acabou se tornando o filme de maior bilheteria da história com 2,8 bilhões de receita no mundo todo.

 

Legato teve a oportunidade de trabalhar na segunda tentativa de Robert DeNiro como diretor, “O Bom Pastor”, trabalhando como diretor de 2ª unidade/cinegrafista e supervisor de efeitos visuais. Os próximos projetos incluíram o vencedor do Clio Award “The Key to Reserva”, de Martin Scorsese, um projeto comercial de 10 minutos, assim como o documentário de longa-metragem sobre os Rolling Stones intitulado “Shine a Light”. Legato também trabalhou como supervisor de efeitos visuais no documentário de Errol Morris “Procedimento Operacional Padrão”.

 

O próximo filme de Legato foi “Ilha do Medo” de Martin Scorsese, como supervisor de efeitos visuais e diretor de segunda unidade/cinegrafista.

 

Depois foi o supervisor de efeitos visuais e diretor de segunda unidade/cinegrafista no épico filme em 3D de Martin Scorsese “A Invenção de Hugo Cabret”, indicado a 11 Oscars® e nove BAFTAS, incluindo melhor filme e melhor efeitos visuais. “A Invenção de Hugo Cabret” recebeu o Oscar de melhor efeitos visuais, assim como dois VES Society Awards e um International Satellite Award.

 

Legato foi o diretor de segunda unidade/cinegrafista e supervisor de efeitos visuais no filme de Marin Scorsese “O Lobo de Wall Street”.

 

As afiliações profissionais de Legato incluem a DGA, AMPAS, ASC, Local 600, Local 700 e a VES.

 

 

DAN LEMMON (Supervisor de Efeitos Visuais – WETA) foi indicado duas vezes ao Oscar® por seu trabalho criando macacos envolventes com qualidade fotorrealista tanto para “Planeta dos Macacos: O Confronto” e “Planeta dos Macacos: A Origem” após entrar para a WETA Digital em 2002 para trabalhar em “Senhor dos Anéis: As Duas Torres” e “Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei”.

 

Outros créditos como supervisor de efeitos visuais incluem “O Homem de Aço”, e “Batman Vs Superman: A Origem da Justiça”.

 

Lemmon foi supervisor de efeitos visuais no filme vencedor do Oscar® “King Kong”, de Peter Jackson. Ele trabalhou como supervisor de efeitos visuais em “Avatar”, “Jumper”, “30 Dias de Noite” e inúmeros comerciais, incluindo “Travelers: Snowball” pelo qual ganhou o Gold Clio de efeitos visuais e o prêmio da Visual Effects Society de melhor efeitos visuais em um comercial. Anteriormente, Lemmon também trabalhou em “Eu, Robô” como supervisor de CG.

 

Lemmon começou o trabalho em “Avatar” em 2008 desenvolvendo o agora famoso ambiente de montanhas flutuantes e outros ativos 3D e depois supervisionou a integração de novas ferramentas no pipeline de produção e continuou a monitorar mais de 250 tomadas.

 

Antes de entrar para a WETA Digital, Lemmon foi supervisor de CG e artista digital na Digital Domain em Venice, Califórnia, onde trabalhou em diversos filmes e comerciais, incluindo “Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel”, “Clube da Luta”, “Uma Mente Brilhante”, “Titanic” e “O Quinto Elemento”.

 

Lemmon contribuiu com seis filmes que ganharam o Oscar® de efeitos visuais.

 

 

ANDREW R. JONES (Supervisor de Animação) começou sua carreira como animador na Digital Domain, onde lhe foi pedido que supervisionasse a animação da hoje famosa sequência do navio afundando em “Titanic”, de James Cameron. Jones continuou a dirigir animação para grandes filmes de Hollywood como “Godzilla”, “Final Fantasy” “Superman – O Retorno” e “Eu, Robô”.

 

No Oscar® de 2010, Jones recebeu seu primeiro Oscar® por seu trabalho em “Avatar”, de James Cameron. Ele supervisionou a animação de mais de 1800 tomadas, dando vida aos atores digitais e às criaturas de Pandora.

 

Jones se aventurou pela primeira vez na direção em 2003 quando as irmãs Wachowski pediram a ele que dirigisse um curta para o lançamento do DVD do seu material derivado de “Matrix” intitulado “Animatrix”. O curta completamente animado, “Voo Final de Osíris”, recebeu elogios dos críticos e dos fãs.

 

Em 2012, Jones trabalhou de perto com Marc Forster para recriar os zumbis para o sucesso “Guerra Mundial Z”.

 

 

BILL POPE (Diretor de Fotografia) colaborou como diretor de fotografia com o diretor Edgar Wright em “Heróis de Ressaca” com quem ele também fez of filme “Scott Pilgrim Contra o Mundo”.

 

Pope passou a ter proeminência nas críticas como diretor de fotografia em “Ligadas pelo Desejo” e “Matrix” das irmãs Wachowski – seu trabalho nesses filmes lhe rendeu indicações ao Independent Spirit e BAFTA Award, respectivamente. Ele depois voltou a trabalhar com as irmãs Wachowski para filmar as duas sequências de “Matrix” consecutivamente.

 

Pope é conhecido por suas colaborações com o diretor Sam Raimi, como diretor de fotografia nos filmes “Darkman – Vingança Sem Rosto”, “Uma Noite Alucinante 3”, “Homem-Aranha 2” e “Homem-Aranha 3”, e com Barry Sonnenfeld em “MIB – Homens de Preto 3”, entre outros projetos da época em que estavam juntos da Universidade de Nova York.

 

Os créditos de Pope como diretor de fotografia também incluem “As Patricinhas de Beverly Hills”, de Amy Heckerling, e “Team America: Detonando o Mundo”, de Trey Parker e Matt Stone. Além de ter sido diretor de fotografia em videoclipes para artistas como Sting e Peter Gabriel, Pope dirigiu videoclipes para artistas incluindo Metallica, The Replacements (ambos entre os Top 100 de Todos os Tempos da MTV) e Drake (Melhor Vídeo de Hip-Hop da MTV de 2014).

 

 

CHRISTOPHER GLASS (Diretor de Arte) começou sua carreira fazendo os storyboards para longas-metragens e comerciais para diretores aclamados tais como Ang Lee, Ron Howard, Sam Raimi, Ed Zwick, Wong Kar-wai, Gore Verbinski, Shawn Levy, Tony Scott e David Fincher, entre outros. Ele depois passou para a direção de arte através da direção de arte de efeitos visuais.

 

Com foco na intersecção onde a história e a direção de arte encontram os efeitos visuais, Glass colaborou com alguns dos mais conhecidos diretores de fotografia do mundo, incluindo Chivo, Wally Pfister, Robert Elswit, Fred Elmes, Matthew Libatique, Greig Fraser, Hoytema Van Hoytema, Phillipe LeSourd e Alwin Kuchler.

 

Entre elogios e prêmios para seu trabalho comercial, Glass foi indicado quatro vezes ao Art Directors Guild por Excelência em Design de Produção, ganhou um Art Directors Guild Award por um comercial de Halo 4, e foi premiado com o Leão de Bronze no Festival de Publicidade de Cannes pela direção de arte. Glass foi homenageado com dois AICP Awards com anúncios que fazem parte da coleção permanente de mídia do MoMA.

 

 

LAURA JEAN SHANNON (Figurinista) trabalhou em “Chef”, dirigido por Jon Favreau; “Dose Dupla”, dirigido por Baltasar Kormakur, “Little Boy – Além do Impossível”, dirigido por Alejandro Gómez Monteverde; “Footloose,” dirigido por Craig Brewer; “Scott Pilgrim Contra o Mundo”, dirigido por Edgar Wright; e “Homem de Ferro”, dirigido por Favreau. O último rendeu a Shannon uma indicação ao Costume Designers Guild Award por excelência em figurino de filme contemporâneo.

 

Shannon começou sua carreira na cidade de Nova York trabalhando no design de clássicos cult independentes tais como “Réquiem para um Sonho”, dirigido por Darren Aronofsky; “Encontros do Destino”, dirigido por Rose Troche; e “Crime Desorganizado” dirigido por Favreau. Ao longo dos anos, Shannon teve o prazer de projetar muitos gêneros incluindo favoritos familiares como “Zathura: Uma Aventura Espacial” e “Um Duende em Nova York”, que lhe concedeu um lugar na prestigiosa exposição de figurinos “50 Designers/50 Costumes: Concept to Character” organizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

 

Shannon gosta de trabalhar no mundo todo e chama de lar uma fazenda na região central de Nova York, a qual ela divide com sua família maravilhosa.

 

 

JOHN DEBNEY (Música), compositor indicado ao Oscar® e vencedor do Emmy®, é considerado um dos compositores mais prolíficos e exitosos em Hollywood. Sua capacidade única de criar trabalhos memoráveis em grande variedade de gêneros, assim como a sua reputação de ser extraordinariamente colaborativo, fizeram dele a primeira escolha dos melhores produtores e diretores. Debney alia sua educação clássica e amplo conhecimento de sons contemporâneos para se adaptar facilmente a qualquer tarefa.

 

A carreira de Debney parece ter sido destinada para Hollywood. Filho do produtor da Disney Studios, Louis Debney, os créditos do compositor incluem “Um Duende em Nova York”, “O Mentiroso”, “Todo Poderoso”, “Homem de Ferro 2”, “Pequenos Espiões”, “Pequenos Espiões 2”, “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” e “Sin City – A Cidade do Pecado”.

 

Debney compôs a música referência para “A Paixão de Cristo”. Sua música emocionante para o filme se conectou com espectadores e ouvintes e estreou na Billboard em primeiro lugar na lista de Trilha Sonora e Álbuns Cristãos, e número 19 no Top 200 da Billboard. O álbum teve certificação de disco de ouro pela RIAA e ganhou o Dove Award de melhor álbum instrumental, assim como também rendeu a Debney uma indicação ao Oscar®.

 

Atualmente, ele está voltando a trabalhar com Mel Gibson no longa-metragem “Hacksaw Ridge”.

 

 

 

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